" ENCONTRO PÓS DESENCONTRO "
E volução
N atural de um
C ompanheirismo , vindo de
O nde
N em sabemos ,
T razido para uma
R ealidade que nem sempre
O stentou sua
P resença... No
O ntem uma
S eparação
D isfarçando as
E vidências de uma
S audade , a espera de um
E ncontro que se deu Hoje ,
N o Tempo certo , com a
C erteza de que
O s olhos saberão
N otar , com nitidez , que o
T empo conseguiu guardar os
R esquícios de uma amizade
O utrora tão calorosa ... que será mantida...
" CADA QUAL A SEU TEMPO "
...Muitos erros achamos nos que nos cercam , e , muitos poucos em nós mesmos... precisamos entender que as descobertas se dão em CADA QUAL A SEU TEMPO...
...Nós criamos um Tempo que nem sempre condiz com o Tempo real que nos confunde e nos consola , envolvendo-nos , muitas vezes , com Sonhos e Alegrias , outras tantas , com Ansiedades ,Tristezas e Frustrações...
...Dependerá de cada um aproveitar o Tempo recebido de acordo com as escolhas e as realizações próprias...
...O Tempo não volta quando é desperdiçado , mas haverá , sempre , um Tempo Presente entrelaçado aos Tempos dos que caminham ao nosso lado...
...Décadas podem não passar de Momentos , e Momentos poderão permanecer por Milênios sem que nós assim percebamos...
...Precisamos encontrar Tempo no Tempo para Amar , Perdoar , Doar , Acalentar e Consolar , apreciando , naqueles que nos chegam qualidades e Beleza , ainda que ocultas aos Olhos dos que Não Sabem , Não Querem ou Não Podem VER...
...Precisamos estar Conscientes de que , a cada momento , ainda é Tempo de Recomeçar revendo os erros nas Escolhas , os Trabalhos não concluídos , as Diferenças ignoradas ou a Indiferença às Dores Alheias...
...Precisamos dar Tempo ao Tempo para usufruirmos do Tempo que chega Renovado à espera da nossa Capacidade de saber utilizá-lo...
...Precisamos confiar no Tempo que nos aguarda , trabalhando o Tempo Presente , evitando desperdiçá-lo...
...Precisamos dar Tempo aos que tentam Alcançar o Nosso Tempo...
...Precisamos Dar-nos Tempo para Alcançarmos Aqueles que nos Ensinaram sobre a Preciosidade do Tempo...
" OS PÁSSAROS "
O nde mais encontrar um
S om cheio de
P oesia em
A cordes
S onoros ,
S inalizando o
A lvorecer com gorjeios
R eticentes ,
O ndulantes e
S ucessivos ?...
" PARTINDO "
P ercorre , no correr do Tempo ,
A s estradas sinuosas , imaginando
R etornar , mas , quase sempre ,
T entando permanecer ...
I ndiferente às
N uances da Vida que deixou
D istante , tão longe , sublima
O nde quer ficar...
" CONSCIÊNCIA PRISIONEIRA DA ESCURIDÃO "
C omo ousar
O bter , através de
N ós mesmos , RESPOSTAS à
S uposição do saber receber
C riticas , que
I nsistem em dar
Ê nfase aos
N ossos erros , se
C ontinuamos a nos achar perfeitos , e
I nsistimos nisso acreditar ? ...
A O APRISIONARMOS A CONSCIÊNCIA ,
P odemos escolher entre procurar
R ever uma previsão futura (que trará preocupações) , ou
I nsistir no que passou (fazendo chegar até nós
S ofrimentos e tristezas) ... Mas, se a Libertarmos ,
I mpulsionando nossos
O lhos para o Alto , provaremos
N ossa Fé , que se fará presente
E m todas as etapas
I ncertas , dos caminhos
R epletos de escolhas
A serem feitas , sem a necessidade
D a Perfeição...
A lcançando a sensatez , ao
E xperimentar a certeza de
S ermos humildes ,
C onseguiremos
U nir a
R enovação da
I ndividualidade ao
D espertar do
A mor incondicional
O riundo da Gratidão...
" CONFLITOS DA MATURIDADE "
C onfusas idéias chegam
O nde não são esperadas ,
N avegando pela minha Mente ,
F azendo alí chegar
L utas a serem enfrentadas ,
I ncitando disputas entre a
T roca e a aceitação de
O piniões recebidas e as que
S olidificadas já foram na Vida...
D esperto para poder entender
A mensagem que se propõe
M anter-me alerta , e
A ceito deixar para trás a
T entativa de
U nir tudo aquilo que me
R estou numa
I dade que segue avançando...
D escubro então o prazer de , no
A gora , poder serenar e
D evanear calmamente , sem que a
E xigência do Tempo possa surpreender-me...
" UM HOMEM RENOVADO "
U nião para
M anter a
H ombridade que
O scila nos
M omentos de
E xtrema
M arginalidade...
R esponsabilidade no
E sclarecimento da
N eutralidade
O portuna , para
V ivenciar o
A mor a ser
D edicado sem o
O rgulho do poder...
"A CURA DOS PRECONCEITOS "
A queles que são
C riticados , ou até mesmo
U surpados do direito de
R eagir diante de
A frontas por serem
D iferentes , uma diferença só visível ao
O utro , que se coloca como parâmetro da
S ociedade ,
P recisam acreditar que um
R enascer , em virtude das
E xperiências sofridas , poderá
C urá-los de quaisquer preconceitos... Já no
O utro lado , repleto de
N umerosos e maledicentes
C onceitos de uma
E terna visão medíocre que
I nfesta a Mente ,
T orna-se cada vez mais difícil
O timizar as inúmeras
S ensações que poderão levar à Cura...
" A SINISTRA POESIA DO BALÉ DA MORTE "
A ssim vamos
S eguindo , muitas vezes
I ndiferentes ao SOFRIMENTO de
N ossos companheiros de jornada...
I nsensíveis com as
S ituações esdrúxulas que
T entam nos fazer ver como se fosse
R EVOLTA , e não uma LUTA pelo direito
A o desfrute de uma VIDA digna...
P REPOTÊNCIA levando ao
O DIO e ao DESESPERO muitos dos que se
E ncontram à margem da
S ociedade , tentando nela se
I nserirem sem serem
A BANDONADOS...
D ESILUDIDOS , sem quaisquer
O utras opções , tentam dizer
B ASTA... Sentimos que ,
A lém do que podemos
L embrar sobre abandono ,
É , acima de tudo , um
D escaso total...
A DESUMANIDADE dos
M edíocres , que ocupam
O Poder de OPRESSÃO ,
R ecai sobre os
T antos que carecem de
E SPERANÇA e AMPARO...
" MINHAS POESIAS "
M usicalidade que
I ncide
N as escritas
H armonicamente , e ,
A ntes do
S imbolismo de
P oemas
O rdenados ,
E molduram todas as
S ensações
I naccessíveis ,
A ntagônicas aos
S entimentos...
" OLHOS , JANELA DA ALMA "
O stentando
L ágrimas que permanecem
H ibernadas e que , somente em
O casiões especiais ,
S entem a liberdade de
J orrarem , tanto
A legrias como tristezas ,
N as faces
E nsandecidas pelos
L oucos sentimentos que
A pertam um coração
D espedaçado ou
A liviado da dor , é
A Visão que permite desfrutar o
L amento ou a
M usicalidade
A feitos às sensações vividas
" MUNDO CEGO , SURDO E MUDO "
M ensagens
U tilizadas para
N utrir medo e
D estilar venenos , usando o
O dio e o desespero para
C onsternar a Humanidade ,
E nquanto a crueldade de
G randes e Poderosos
O prime as Minorias...
S entimentos estranhos ao
U nirem-se etnias diversas
R esultam em
D iscórdias por
O nde se deixam levar... A
E sperança se afasta do
M undo impedindo a
U nião dos Povos ,
D escartando , cada vez mais , a
O portunidade de Evolução dos Homens...
" PRELÚDIO DE MINHAS ESCRITAS "
P redicado não aceito.. com
R esistencia , foi
E nfrentado pela
L uta entre uma
Ú nica certeza e muitas dúvidas...
D escortinada aos olhos ,
sendo até então
I mprovável , a vocação é descoberta pelo
O lhar para o interior
O lhar para o interior
D a Alma , mostrando-me ter
adquirido a
E stranha capacidade de
poder enviar
M ensagens ao léu ,
I ntuidas através de
Acrósticos...
N o início naveguei ,
H umildemente , entre a
A ceitação de
S ensações ignoradas
E as descobertas de
novos
S entimentos ... Mas , ao
descobrir a
C apacidade intrigante de
R eceber ,
I nstintivamente ,
T antas ideias , entreguei-me
A o direito de passar
o
S onho da Escrita para o
papel...
" A MEDIUNIDADE PARA ALGUNS "
A o observarem o
M edo da entrega que
E xala de suas Almas ,
D escobrem a indecisão , ao
I ndagarem o quanto podem ser
U teis ao serem escolhidos para
N atural procedimento... Mas , a
I ntuição aponta que essa
D úvida fará com que lhes chegue , ao
A primorarem o seu “EU” , a
D escoberta de uma
E moção que todos possuem...
P rocurando
A catar e
R espeitar esse Dom ,
A gradecidos pela
A proximação dessa
L uz de tamanha
G randeza , alcançarão a
U nicidade , que existe
N aturalmente , entre o
S er Humano e o Universo...
" SENTIMENTOS REFLETIDOS NO ESPELHO "
S ensação à
E spreita , sem
N otar o
T ranstorno
I minente ao
M ostrar-me que pode
E xistir , surgindo do nada...
N ego , veementemente , a
T ensão e a ansiedade ao
O bservar seu poder de
S acudir minha mente...
R ecolho nacos de lembranças ,
E spalhados como se
F lutuassem
L entamente ,
E ntre a razão e a
T entação de
I mpor tudo o que
D esejei ao
O stentar meus
S entimentos...
N o entanto , é impossível
O bter , através das imagens
E spelhadas , a
S erenidade de uma visão
P oética , quando
E scolho
L iberar toda a
H ostilidade
O culta em mim mesma...
E spreita , sem
N otar o
T ranstorno
I minente ao
M ostrar-me que pode
E xistir , surgindo do nada...
N ego , veementemente , a
T ensão e a ansiedade ao
O bservar seu poder de
S acudir minha mente...
R ecolho nacos de lembranças ,
E spalhados como se
F lutuassem
L entamente ,
E ntre a razão e a
T entação de
I mpor tudo o que
D esejei ao
O stentar meus
S entimentos...
N o entanto , é impossível
O bter , através das imagens
E spelhadas , a
S erenidade de uma visão
P oética , quando
E scolho
L iberar toda a
H ostilidade
O culta em mim mesma...
" VIOLINISTA "
V olita a sonoridade pela
I mensidão do Universo ,
O nde os acordes são
L iberados ...
I mensas
N uvens acolhem ,
I nstintivamente , os
S ons perpetuados pelo
T oque dos dedos da
A lma no violino...
" LUMINOSIDADE ESPIRITUAL "
L ucidez em
U ma
M aneira
I mpar de celebrar o
N ascimento ,
O stentando a
S implicidade de vir a
I nvestir ,
D e forma
A dequada , no
D escobrimento da
E spiritualidade... A
E volução do
S er Humano
P ropiciará total
I ntegridade ,
R epresentando a
I mediata propagação de
T ernura , em uma
U nião que necesssita de
A mor e
L ealdade
" SERENIDADE E APRENDIZADO "
S omos Seres
E speciais , faltando apenas
R egistrarmos quais os
E ncargos trazidos ao
N ascermos... A
I ntuição
D everá ser
A tivada para
D escobrirmos o que viemos
E nfrentar para crescer...
E staremos .
A cada Conquista ,
P reparados para
R econhecer e
E experimentar
N ossos
D ons
I ndividuais ,
Z elando pelo
A nonimato
D e nossas
O brigações...
" O QUE É UM ACRÓSTICO "
O rganização de frases ou
Q uaisquer palavras que se queira
U tilizar para
E xpressar o que sentimos...
É , apenas ,
U ma
M aneira diferenciada de
A grupar e
C oordenar , em um
R itual de escrita , o que será
Ó bvio se
S epararmos
T odas as primeiras letras que
I rão indicar , ao se juntarem , o
C onteudo daquilo que se quer
O stentar...
" A ETERNIDADE "
A trevendo-me a
E nfrentar a aceleração
do
T empo , no decorrer da
E volução que a mim compete ,
R ogo pela existência de uma
N eutralidade no pensar que me
I mpeça , com rigor ,
D e questionar as
A ngústias do Mundo ... Então
D escubro que só poderei desfrutar de um total
E ncantamento ao Partir e ser Livre...
T empo , no decorrer da
E volução que a mim compete ,
R ogo pela existência de uma
N eutralidade no pensar que me
I mpeça , com rigor ,
D e questionar as
A ngústias do Mundo ... Então
D escubro que só poderei desfrutar de um total
E ncantamento ao Partir e ser Livre...
" SER HUMANO "
S er que é capaz de criar
E sperança ,
R estituindo a
H armonia e a
U nião a um
M undo em que o Homem ,
A tormentado pelo
N ascer constante de
O bscuros Sentimentos , tudo destrói...
" SEXTA - FEIRA TREZE "
S omos
Equivocados ,
X amãs não acreditam em
T urbulências por ser
A zarado o dia...
F elizes os que
E nfrentam a
I nsensatez de
R eagir como receptores do
A zar quando dia e número coincidem...
Transmitindo um
R ecado de Apreensão, não
E nfrentamos o Medo , nem
Z elamos pelo
E ncanto da SORTE...
" MOSTRANDO AS GARRAS "
M ostram as Garras
O bscuras , que se
S uperam nas atrocidades ,
T razendo à Tona o
R equinte de um
A tavismo genético
N egado e oculto... e , Hoje ,
D istantes da dignidade , tentam
O primir aqueles que possuem
A força de lutar contra os
S ofrimentos que lhes são impostos...
G eração após geração , mantiveram
A ferradas suas mentes
R astejantes que ,hoje , libertaram-se ,com um
R equinte de maldade que
A ssombra o Mundo ,
S em que se envergonhem ou sejam punidos...
" DELES SÃO TODOS OS DIAS "
D entre todos os
E speciais que
L utam pelos anseios de
E sperança e
S olidariedade , mesmo
S ofrendo , surgem
A queles que mostram haver
O descaso do Mundo em
T orno da Infância...
O riundos da Miséria e
D a destruição , será que
O stentarão , adiante , o
S orriso da Inocência ?...
O nde chegaremos
S e não soubermos cuidar
D esses pequeninos
I ndivíduos que carregam a
A videz de AMOR pelo Mundo , e os
S onhos a espera de serem realizados ?
" QUANDO A DOR CHEGA ATÉ NÓS "
Q ueremos sempre nos
U ngir com
A Felicidade... Para nós ,
N ada seria capaz de
D eter as sensações e
O s sentimentos que nos
A proximam , cada vez mais ,
D a Paz que almejamos...
O timizamos as
R ecordações para
C hegarmos à
H armonia na
E scalada da Vida... Mas ,
G radualmente , percebemos as
A gruras que vão se
A presentando para
T entarem afastar o que nos
É tão precioso....
N aufragamos , então em meio das
O scilações tão fortes das
S ituações angustiosas... SOFREMOS...
" A PASSIVIDADE "
A ndarilha
P ela VIDA , seguindo com o
A mparo da imobilidade ,
S em nem mesmo
S aber o porquê da
I nércia no
V iver , ou , até mesmo , da
I ncapacidade de
D escobrir e poder
A creditar que , através do
D inamismo poderá se
E ncontrar com a ATIVIDADE...
" INCRÉDULOS "
I ncapazes de
N otar
C omo as valiosas
R espostas recebidas , em
É pocas
D iferentes da Vida , podem ser
U tilizadas para
L ibertar a Mente que guarda
O cultos , os
S ofrimentos trazidos pelo Tempo...
" A ESPIRITUALIDADE "
A tentemos que
E spíritos
S omos todos nós ,
P ossuindo uma
I dentidade com
R esquícios de
I nsubstituíveis
T rocas com o
U niverso...
A feitos à uma
L inguagem sagrada que nos
I nclui em uma
D ualidade abrangente entre a
A lma e a Mente , apenas , resta-nos
D espertar para a
E ternidade...
" ANSIEDADE "
A ntes de pensar
N o Medo , é preciso
S aber , que é
I mprescindível
E scolher , mesmo que a
D uras penas , uma imagem
A ntagônica
D aquilo que se está
E sperando encontrar...
" INSANIDADE MUNDIAL "
I nconstantes
N o questionamento da
S abedoria...
A rrogantes
N o uso da OUSADIA ,N o questionamento da
S abedoria...
A rrogantes
I mprevisíveis e
D iabólicos
A o tentarem esconder a
D icotomia de suas mentes
E ntorpecidas , em um
M undo que se desintegra... por
U so de CRUELDADE com a
N atureza que agoniza , pela
D estruição de seu viço...
I NSENSIBILIDADE do Homem , o
A lgoz de um mundo carente de
L uta pela Justiça...
" TRANSFORMANDO PARA NOS ENCONTRARMOS "
T razemos a Alma em um
R ecipiente repleto de
A dornos
N aturais... Mas ,
S ensações diversas desfilarão , como
F antasias diante dos nossos
O lhos , despertando
R enovadoras
M udanças
A o longo da Vida...
N ada será capaz
D e adulterar as
O pções , ainda que mais cedo
P ostergadas ,
A o conseguirmos
R estaurar , passo a passo,
A s imagem com que os
N ossos
O lhos foram capazes de
S atisfazer-nos...
E nfrentando , com garra ,
N ossos medos
C onseguiremos
O rdenar todas as
N ossas escolhas ,
T rabalhando-as co
R esponsabilidade ,
A ltivez , dignidade e , antes de tudo ,
R espeito para podermos
M ostrar ao nosso verdadeiro “EU”
O que conseguimos
S ER nessa Nova Jornada...
" AS REMINISCENCIAS "
A nsiedade ou
S audade , ao
R elembrar com
E ncantamento uma
M eninice cheia de
I mpertinências , sem
N oção da
I nsistência do
S eu lado encapetado ?... Em
C ada um dos imaginários
E ncontros com a
N aturalidade daquela
C riança , que para trás ficou ,
I nterroga-se com o quanto de
A rrogância e solidão ela , também ,
S e imaginou...
" SILENCIANDO A REVOLTA "
S omos seres
I mprevisíveis cuja
L ealdade é capaz de
E svair-se
N as inúmeras
C ircunstâncias da Vida...
I nconstantes ao tentarmos
A dotar uma
N eutralidade , que se
D eteriora facilmente , se não
O btemos aquiescências... Tudo
A quilo que desejamos passa a
R epresentar mágoas , não
E sclarecidas , quando
V ivenciamos que ,
O utrora , as
L utas não eram
T ratadas como se
A frontas fossem...eram Lutas pela Vida...
" NÃO QUERO MUDAR "
N asci com a
à nsia de
O Mundo transformar...
Q uando cheguei , nem
U nião , nem Amor , nem
E sperança fui capaz de encontrar ...
R ecordando de
O nde vim ,
M antive
U m único
D esejo , ensinar ao Mundo o
A ndar sem
R astejar... preservando a INOCÊNCIA...
" UM GRITO NO SILÊNCIO "
U tilizamos um
M omento de
G ratidão para podermos
R ecuperar a
I ntensidade de um
T empo
O lvidado... Quando
N ossos
O llhos passam a
S entir a
I nvisibilidade das imagens ,
L entamente , passamos a dar
Ê nfase ao
N avegar ambíguo do SOM que
C ontrolará , com a sua ausência , um
I nstante único no vazio que
O rigina a quietude...
" LIBERTANDO O QUE TRAGO N'ALMA "
L entamente , dou
I nício a emancipação da
B eatitude ,
E xistente nos
R ecantos em que
T ramitam sensações que só
A tingem sua plenitude
N a vida eterna , tentando
D espertar-lhe
O impulso de
O rientar a
Q uietude da
U nicidade
E xistente em mim , libertando-a ... Daí ,
T ransmigro aos
R ecantos obscuros ,
A ceitos como
G estores de
O utros sentimentos , mas
N’ada encontro para
A crescentar à
L uz que se
M antém
A gregada à Beatitude que se LIBERTA...
" ESCONDENDO O MEDO "
E nfrentando os
S inais de
C ulpa , juntamente com
O saber de
N ada conseguir fazer para
D estruí-los , tentamos
E nganar a mente que
N ecessita de antigos
D etalhes para que se
O riente e descubra o Medo...
O cultos
M erecimentos permanecem à
E spreita de outros
D evaneios para abandonarem a
O bscuridade descoberta...
" NO AGORA , PENSANDO NO ALEM "
N ão consigo imaginar
O nde chegar , e a quem poderei alcançar ,
A o deixar minhas escritas... talvez ,
G arranchos de Poesia , que me parecem
O scilantes , mas imprescindíveis , ao
R asgarem e intimidarem
A s entranhas de uma
P repotência tão presente...
E ntregando-me aos caprichos , vivos
N a minha imaginação , que tentam
S erenar-me a Alma ,
A calentando uma quietude
N ecessária ao
D esempenho de
O utras realizações , percebi que...
N enhuma Sensação conseguirá
O brigar-me a
A bandonar , sem culpa , o
L iame que persiste
E ntre meu Espírito e tudo aquilo que
M anipulo com as Letras...
" ESTRANHO PODER "
E stradas percorridas nos
S onhos ,
T ransporta-me à
R ecordações
A leatórias , que aparecem como
N évoas condensadas em um
H orizonte distante ,
O bstruindo minha visão...
P revendo a
O palescência , que
D ificulta a certeza nas muitas
E scolhas a serem feitas , procuro
R evê-las antes de despertar...
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