Q uem de nós se
U niria
A uma Dor que
N unca poderia ser
D escartada ?...
O nde estaríamos se
A contagem do Tempo
S umisse e
L evasse consigo
A s lágrimas e a
G ratidão pela nossa
R enovação ,
I ntrínsecas na
M emória ?...
A mparados nos
S onhos a cada adormecer
Poderemos
A valiar a
R eceptividade de
T odos os
E ntreveros aqui
M encionados...mesmo sem as lágrimas...
E spero o
N ascer de uma
F orça poderosa que me
R estitua a
E sperança que
N orteou meus passos em outros
T empos , prometendo
A ceitá-la com
N aturalidade , como se uma
D ádiva do
O ntem fosse...
A mparada espero ser
E m caminhos que
S urgirão ao
C onstatar a
U nica verdade que me
R esta ... uma forte
I ntuição sobre a
D iversidade do
A mor que vencerá
O s maus presságios...
V ou divagando ,
I nsistindo em
S onhar com a
I mensidão de um espaço sem
T urbulências , e
A guardo , ansiosa , pelas
N uances alternadas das cores que
D esfilarão , lentamente , diante dos meus
O lhos ... Elas chegam , mas se dissipam , e
A os poucos , dão
S equência a uma
E scuridão profunda que
S ugere o retorno das
T urbulências esquecidas... Eis que
R elâmpagos surgem , deixando-me
E xtasiada diante de uma
L uminosidade intensa que me faz
A ntever os muitos
S óis que tanto queria visitar...mas,me perdi e Despertei...