" CONSCIÊNCIA PRISIONEIRA DA ESCURIDÃO "


C omo  ousar
O bter ,  através   de 
N ós  mesmos ,  RESPOSTAS  à
S uposição  do  saber  receber    
C riticas , que
I nsistem  em  dar
Ê nfase  aos
N ossos   erros ,  se
C ontinuamos  a  nos  achar   perfeitos , e 
I nsistimos  nisso  acreditar ? ... 
A O   APRISIONARMOS  A  CONSCIÊNCIA ,

P odemos  escolher  entre   procurar
R ever uma previsão futura (que trará preocupações) , ou
I  nsistir  no  que  passou  (fazendo chegar  até  nós
S ofrimentos  e  tristezas) ...  Mas,  se  a   Libertarmos ,
I  mpulsionando  nossos  
O lhos  para  o  Alto , provaremos
N ossa  Fé , que  se  fará  presente
E m  todas  as  etapas
I ncertas , dos  caminhos 
R epletos  de  escolhas
A serem  feitas ,  sem  a  necessidade 

D a  Perfeição...
A lcançando   a  sensatez , ao

E xperimentar   a  certeza  de
S ermos  humildes ,
C onseguiremos
U nir  a
R enovação  da 
I ndividualidade  ao
D espertar  do
A mor  incondicional
O riundo  da  Gratidão...

" CONFLITOS DA MATURIDADE "


C onfusas  idéias  chegam
O nde  não  são  esperadas , 
N avegando  pela  minha  Mente ,
F azendo  alí  chegar  
L utas  a  serem  enfrentadas ,
I  ncitando  disputas  entre a  
T roca  e  a  aceitação  de               
O piniões  recebidas  e  as  que
S olidificadas  já  foram  na  Vida... 

D esperto  para  poder  entender 
A mensagem  que  se  propõe  

M anter-me  alerta ,  e
A ceito  deixar  para  trás  a
T entativa  de
U nir  tudo  aquilo  que  me
R estou  numa  
I  dade  que  segue avançando... 
D escubro  então o  prazer  de , no  
A gora ,  poder  serenar  e  
D evanear   calmamente , sem  que  a
E xigência  do  Tempo  possa  surpreender-me...       

" UM HOMEM RENOVADO "


U nião  para
M anter  a

H ombridade  que
O scila  nos
M omentos  de
E xtrema
M arginalidade...

R esponsabilidade  no  
E sclarecimento  da
N eutralidade
O portuna , para
V ivenciar  o
A mor  a  ser
D edicado  sem  o
O rgulho  do  poder...

"A CURA DOS PRECONCEITOS "


A queles  que  são


C riticados ,  ou  até  mesmo  

U surpados  do  direito  de 

R eagir  diante  de

A frontas  por  serem


D iferentes , uma  diferença  só  visível  ao  

O utro , que  se  coloca  como  parâmetro da 

S ociedade ,                                                                                                     

P recisam   acreditar  que  um

R enascer , em  virtude  das

E xperiências  sofridas ,   poderá 

C urá-los  de  quaisquer  preconceitos...  Já  no

O utro  lado ,  repleto  de  

N umerosos  e  maledicentes

C onceitos  de  uma

E terna  visão  medíocre  que

I  nfesta  a  Mente , 

T orna-se  cada  vez  mais  difícil

O timizar  as  inúmeras

S ensações  que  poderão  levar  à  Cura...


" A SINISTRA POESIA DO BALÉ DA MORTE "


A ssim  vamos

S eguindo , muitas vezes
I  ndiferentes  ao  SOFRIMENTO  de
N ossos  companheiros  de jornada...
I  nsensíveis  com  as
S ituações  esdrúxulas  que
T entam  nos  fazer  ver  como  se  fosse
R EVOLTA ,  e  não  uma  LUTA  pelo  direito
A o  desfrute  de  uma  VIDA  digna...

P REPOTÊNCIA   levando  ao
O DIO  e  ao  DESESPERO  muitos  dos  que  se
E ncontram  à  margem  da
S ociedade ,  tentando nela  se
I  nserirem  sem  serem
A BANDONADOS...

D ESILUDIDOS ,  sem  quaisquer
O utras  opções , tentam  dizer

B ASTA...   Sentimos  que ,
A lém  do  que  podemos
L embrar  sobre  abandono ,
É ,  acima  de  tudo , um

D escaso  total...
A DESUMANIDADE  dos

M edíocres , que ocupam
O Poder  de  OPRESSÃO ,
R ecai  sobre  os
T antos  que  carecem  de
E SPERANÇA  e  AMPARO...


                                               


" MINHAS POESIAS "


M usicalidade  que
I ncide  
N as  escritas 
H armonicamente , e ,
A ntes  do
S imbolismo  de

P oemas  
O rdenados , 
E molduram todas  as
S ensações
I naccessíveis ,
A ntagônicas  aos
S entimentos...

" OLHOS , JANELA DA ALMA "


O stentando
L ágrimas  que  permanecem
H ibernadas  e que , somente   em
O casiões especiais ,
S entem  a  liberdade  de

J orrarem , tanto
A legrias  como  tristezas ,
N as  faces
E nsandecidas  pelos
L oucos  sentimentos  que
A pertam  um  coração

D espedaçado  ou
A liviado  da  dor  ,  é

A Visão  que  permite desfrutar  o
L amento  ou  a
M usicalidade
A feitos  às  sensações  vividas    

" MUNDO CEGO , SURDO E MUDO "



M ensagens
U tilizadas  para
N utrir  medo  e
D estilar  venenos , usando  o
O dio  e  o  desespero  para

C onsternar  a  Humanidade ,
E nquanto  a  crueldade  de
G randes  e Poderosos
O prime  as  Minorias...

S entimentos  estranhos ao
U nirem-se  etnias  diversas
R esultam  em
D iscórdias  por
O nde se  deixam  levar... A

E sperança  se  afasta  do

M undo  impedindo  a
U nião  dos  Povos ,
D escartando , cada vez  mais , a
O portunidade  de  Evolução  dos  Homens...

" PRELÚDIO DE MINHAS ESCRITAS "


P redicado  não  aceito.. com
R esistencia , foi
E nfrentado  pela
L uta  entre  uma
Ú nica certeza e muitas dúvidas...
D escortinada  aos  olhos , sendo  até então
I  mprovável , a vocação é descoberta pelo
O lhar  para  o  interior

D a Alma , mostrando-me  ter adquirido a
E stranha  capacidade  de  poder  enviar

M ensagens  ao  léu ,
I  ntuidas  através  de  Acrósticos...
N o início  naveguei ,
H umildemente , entre a
A ceitação  de
S  ensações  ignoradas

E as  descobertas  de  novos
S entimentos ...  Mas , ao  descobrir  a
C apacidade  intrigante  de
R eceber ,
I  nstintivamente ,
T antas  ideias , entreguei-me
A o  direito  de  passar  o
S onho  da  Escrita  para o papel...


" A MEDIUNIDADE PARA ALGUNS "


A o  observarem  o

M edo  da  entrega  que
E xala  de  suas  Almas ,
D escobrem  a  indecisão , ao
I  ndagarem  o  quanto  podem  ser  
U teis  ao  serem  escolhidos  para  
N atural  procedimento...      Mas , a
I  ntuição  aponta  que  essa
D úvida  fará  com  que  lhes chegue , ao
A primorarem  o seu  “EU” , a
D escoberta  de  uma
E moção  que  todos  possuem...

P rocurando
A catar  e
R espeitar   esse  Dom ,
A gradecidos  pela

A proximação  dessa
L uz  de  tamanha
G randeza  , alcançarão  a
U nicidade , que  existe
N aturalmente , entre  o
S  er  Humano  e  o  Universo...

" SENTIMENTOS REFLETIDOS NO ESPELHO "

S ensação  à
E spreita , sem
N otar   o
T ranstorno
I  minente  ao
M ostrar-me  que  pode
E xistir , surgindo  do  nada...
N ego , veementemente , a
T ensão  e  a  ansiedade  ao
O bservar  seu  poder  de
S acudir  minha  mente...

R ecolho  nacos  de lembranças ,
E spalhados  como  se
F lutuassem
L entamente ,
E ntre  a  razão  e a
T entação  de
I  mpor  tudo o  que
D esejei  ao
O stentar  meus
S entimentos...

N o  entanto ,  é  impossível
O bter , através  das imagens

E spelhadas , a
S erenidade  de uma  visão
P oética , quando
E scolho
L iberar  toda  a
H ostilidade
O culta  em  mim  mesma...




" VIOLINISTA "


V olita  a  sonoridade  pela
I  mensidão  do  Universo ,
O nde  os  acordes são
L iberados ...
I  mensas
N uvens  acolhem ,
I  nstintivamente , os
S ons  perpetuados  pelo
T oque  dos  dedos  da
A lma  no  violino...


" LUMINOSIDADE ESPIRITUAL "



L ucidez  em
U ma
M aneira
I mpar  de celebrar  o
N ascimento ,
O stentando  a
S implicidade  de  vir  a
I nvestir ,
D e  forma
A dequada , no
D escobrimento  da
E spiritualidade... A

E volução  do
S er  Humano
P ropiciará  total
I ntegridade ,
R epresentando  a
I mediata  propagação  de
T ernura , em  uma
U nião que  necesssita  de
A mor  e
L ealdade

" SERENIDADE E APRENDIZADO "


S omos  Seres
E speciais , faltando apenas
R egistrarmos  quais  os
E ncargos  trazidos  ao
N ascermos... A
I ntuição
D everá  ser
A tivada  para
D escobrirmos o  que  viemos
E nfrentar  para  crescer...

E staremos .

A cada Conquista ,
P reparados para
R econhecer  e
E experimentar
N ossos
D ons
I ndividuais ,
Z elando  pelo
A nonimato
D e nossas
O brigações...

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             
                 

" O QUE É UM ACRÓSTICO "



O rganização  de frases  ou

Q uaisquer  palavras  que  se  queira
U tilizar  para
E xpressar  o  que sentimos...

É , apenas ,

U ma
M aneira diferenciada  de

A grupar  e
C oordenar , em  um
R itual  de  escrita , o  que  será
Ó bvio  se
S epararmos
T odas  as  primeiras  letras que
I rão  indicar , ao  se juntarem , o
C onteudo  daquilo  que  se  quer
O stentar...

" A ETERNIDADE "



A trevendo-me  a


E nfrentar  a  aceleração  do 
T empo ,  no  decorrer   da
E volução  que  a  mim  compete ,
R ogo  pela  existência  de  uma
N eutralidade  no  pensar  que  me
I mpeça , com  rigor ,
D e  questionar  as 
A ngústias  do  Mundo ...  Então
D escubro que só  poderei desfrutar de um  total  
E ncantamento  ao  Partir  e  ser  Livre...

" SER HUMANO "


S er que é capaz de criar
E sperança ,
R estituindo a

H armonia e a
U nião a um
M undo em que o Homem ,
A tormentado pelo
N ascer constante de
O bscuros Sentimentos , tudo destrói...

" SEXTA - FEIRA TREZE "



S omos
Equivocados ,
X amãs  não  acreditam  em
T urbulências  por  ser
A zarado  o  dia...

F elizes  os  que
E nfrentam  a
I nsensatez  de
R eagir  como  receptores  do
A zar  quando  dia  e  número  coincidem...

Transmitindo  um
R ecado de  Apreensão, não
E nfrentamos  o  Medo , nem
Z elamos  pelo
E ncanto  da  SORTE...

" MOSTRANDO AS GARRAS "




M ostram  as  Garras
O bscuras , que  se
S uperam  nas atrocidades , 
T razendo  à  Tona  o
R equinte  de  um
A tavismo genético
N egado  e  oculto... e , Hoje , 
D istantes  da  dignidade , tentam 
O primir  aqueles  que  possuem

A força  de  lutar  contra  os 
S ofrimentos   que  lhes  são  impostos...

G eração  após  geração , mantiveram
A ferradas  suas  mentes
R astejantes que ,hoje , libertaram-se ,com um
R equinte  de  maldade  que
A ssombra  o  Mundo ,
S em  que se envergonhem ou sejam punidos... 

" DELES SÃO TODOS OS DIAS "



D entre  todos  os  
E speciais  que
L utam  pelos   anseios  de
E sperança  e 
S olidariedade ,  mesmo

S ofrendo ,  surgem
A queles  que  mostram  haver
O descaso  do  Mundo  em

T orno  da  Infância...
O riundos  da  Miséria  e  
D a  destruição , será  que
O stentarão , adiante ,  o
S orriso  da  Inocência ?...

O nde  chegaremos
S e  não  soubermos  cuidar

D esses  pequeninos
I ndivíduos  que  carregam  a
A videz  de  AMOR  pelo Mundo ,  e  os 
S onhos  a  espera  de serem  realizados ?

" QUANDO A DOR CHEGA ATÉ NÓS "



Q ueremos sempre  nos
U ngir  com  
A Felicidade... Para  nós ,
N ada  seria  capaz  de
D eter  as  sensações  e
O s  sentimentos  que  nos

A proximam , cada vez mais ,

D a Paz  que  almejamos...
O timizamos  as
R ecordações  para

C hegarmos  à
H armonia  na 
E scalada  da  Vida...  Mas ,
G radualmente , percebemos as
A gruras  que  vão  se 

A presentando  para
T entarem  afastar  o  que  nos
É tão  precioso.... 

N aufragamos , então  em  meio  das 
O scilações  tão  fortes  das
S ituações  angustiosas... SOFREMOS...

" A PASSIVIDADE "




A ndarilha
                                      
P ela  VIDA , seguindo  com  o
A mparo  da  imobilidade ,
S em  nem  mesmo
S aber  o  porquê  da 
I nércia  no
V iver , ou , até  mesmo , da
I ncapacidade  de 
D escobrir  e  poder
A creditar  que , através  do
D inamismo  poderá  se
E ncontrar  com  a   ATIVIDADE...

" INCRÉDULOS "



I ncapazes  de                                            
N otar
C omo  as  valiosas
R espostas  recebidas  , em
É pocas
D iferentes  da  Vida , podem ser
U tilizadas  para
L ibertar  a  Mente  que  guarda 
O cultos ,  os 
S ofrimentos  trazidos  pelo Tempo...

" A ESPIRITUALIDADE "


A tentemos  que

E spíritos
S omos  todos  nós ,
P ossuindo  uma
I dentidade  com 
R esquícios  de
I nsubstituíveis
T rocas  com  o
U niverso...
A feitos à  uma
L inguagem  sagrada  que  nos
I  nclui  em  uma
D ualidade  abrangente  entre  a
A lma  e  a  Mente , apenas , resta-nos
D espertar  para  a
E ternidade...


" ANSIEDADE "



A ntes  de  pensar                            
N o  Medo ,  é  preciso
S aber ,  que  é
I mprescindível
E scolher , mesmo que a  
D uras  penas ,  uma  imagem
A ntagônica
D aquilo  que  se  está
E sperando   encontrar...

" INSANIDADE MUNDIAL "

                                                                                                                          



I nconstantes
N o  questionamento  da
S abedoria...
A rrogantes 
N o  uso  da  OUSADIA ,
I mprevisíveis  e
D iabólicos 
A o  tentarem  esconder  a
D icotomia  de  suas  mentes
E ntorpecidas , em  um
                                 

M undo  que  se  desintegra... por
U so  de  CRUELDADE  com  a  
N atureza  que  agoniza ,  pela
D estruição  de  seu  viço... 
I NSENSIBILIDADE  do  Homem , o    
A lgoz  de  um  mundo  carente  de
L uta  pela  Justiça...  

" TRANSFORMANDO PARA NOS ENCONTRARMOS "


T razemos a Alma em um
R ecipiente  repleto  de
A dornos
N aturais... Mas ,
S ensações  diversas  desfilarão , como
F antasias  diante  dos  nossos
O lhos , despertando
R enovadoras
M udanças
A o  longo  da  Vida...
N ada  será  capaz
D e  adulterar  as
O pções , ainda  que mais cedo

P ostergadas ,
A o  conseguirmos
R estaurar , passo a passo,
A s  imagem  com que  os 

N ossos
O lhos  foram  capazes  de
S atisfazer-nos...

E nfrentando , com garra ,
N ossos  medos
C onseguiremos
O rdenar  todas  as
N ossas  escolhas ,
T rabalhando-as co
R esponsabilidade , 
A ltivez , dignidade  e , antes de tudo ,
R espeito  para  podermos
M ostrar  ao  nosso  verdadeiro “EU”
O que  conseguimos
S ER nessa  Nova Jornada...

" AS REMINISCENCIAS "



A nsiedade  ou
S audade , ao

R elembrar  com
E ncantamento  uma
M eninice  cheia  de
I mpertinências , sem  
N oção  da  
I nsistência  do 
S eu  lado  encapetado ?... Em
C ada  um  dos  imaginários
E ncontros  com  a
N aturalidade  daquela
C riança , que  para  trás  ficou , 
I nterroga-se  com o  quanto  de
A rrogância   e  solidão ela , também , 
S e  imaginou...

" SILENCIANDO A REVOLTA "



S omos seres 
I mprevisíveis  cuja
L ealdade  é  capaz  de
E svair-se  
N as  inúmeras  
C ircunstâncias da Vida...
I nconstantes  ao  tentarmos
A dotar  uma
N eutralidade , que  se
D eteriora  facilmente , se não
O btemos  aquiescências...  Tudo

A quilo  que  desejamos  passa  a

R epresentar   mágoas , não
E sclarecidas , quando
V ivenciamos  que ,
O utrora , as
L utas  não  eram 
T ratadas  como  se  
A frontas  fossem...eram  Lutas  pela Vida...

" NÃO QUERO MUDAR "



N asci  com  a
à nsia  de
O Mundo  transformar...

Q uando  cheguei ,  nem
U nião , nem   Amor , nem
E sperança  fui capaz  de  encontrar ...
R ecordando  de
O nde  vim ,

M antive
U m  único  
D esejo , ensinar  ao  Mundo  o
A ndar  sem
R astejar... preservando  a  INOCÊNCIA...



                        

" UM GRITO NO SILÊNCIO "


U tilizamos  um
M omento  de

G ratidão  para  podermos
R ecuperar   a
I ntensidade  de  um
T empo
O lvidado... Quando

N ossos
O llhos  passam  a

S entir   a
I nvisibilidade  das  imagens ,
L entamente , passamos  a  dar
Ê nfase   ao
N avegar  ambíguo  do  SOM  que
C ontrolará , com  a  sua  ausência  ,  um   
I nstante  único   no  vazio  que
O rigina  a  quietude... 



" LIBERTANDO O QUE TRAGO N'ALMA "



L entamente ,  dou
I nício  a  emancipação da
B eatitude ,
E xistente  nos
R ecantos  em  que  
T ramitam  sensações  que  só 
A tingem  sua  plenitude 
N a  vida eterna , tentando
D espertar-lhe 
O impulso  de

O rientar  a

Q uietude  da
U nicidade
E xistente  em  mim , libertando-a ... Daí ,

T ransmigro  aos 
R ecantos  obscuros ,
A ceitos  como
G estores  de
O utros  sentimentos , mas

N’ada  encontro  para
A crescentar  à
L uz  que  se
M antém       
A gregada  à  Beatitude  que  se  LIBERTA...

" ESCONDENDO O MEDO "


E nfrentando  os
S inais  de
C ulpa , juntamente  com
O saber  de
N ada  conseguir  fazer  para
D estruí-los ,  tentamos
E nganar  a  mente  que
N ecessita  de  antigos
D etalhes  para que  se
O riente  e  descubra  o  Medo...

O cultos

M erecimentos  permanecem  à
E spreita  de  outros
D evaneios  para  abandonarem  a
O bscuridade   descoberta...

" NO AGORA , PENSANDO NO ALEM "


N  ão  consigo  imaginar
O  nde  chegar , e  a  quem  poderei  alcançar ,

A  o  deixar  minhas  escritas... talvez ,
G  arranchos  de  Poesia , que  me  parecem
O  scilantes , mas  imprescindíveis , ao  
R  asgarem  e  intimidarem 
A  s  entranhas  de  uma

P  repotência  tão  presente...
E  ntregando-me  aos  caprichos ,  vivos
N  a  minha  imaginação ,  que  tentam
S  erenar-me  a  Alma ,   
A  calentando   uma  quietude
N  ecessária  ao
D  esempenho  de  
O  utras  realizações ,  percebi  que... 


N  enhuma  Sensação  conseguirá
O    brigar-me  a  

A  bandonar , sem  culpa , o
L  iame  que  persiste
E  ntre  meu  Espírito  e  tudo  aquilo  que 
M  anipulo  com  as  Letras...

" ESTRANHO PODER "





E stradas  percorridas  nos
S onhos , 
T ransporta-me  à  
R ecordações
A leatórias , que aparecem  como 
N évoas  condensadas  em  um  
H orizonte  distante ,
O bstruindo  minha  visão...

P revendo  a
O palescência , que
D ificulta  a  certeza  nas  muitas
E scolhas  a  serem  feitas , procuro  
R evê-las  antes  de  despertar...

" GOTAS DE LUZ "



G ratidão devemos sentir  ao
O bservarmos
T odas  
A s  sensações  e
S entimentos  que  foram

D espertados ,  pelo  caminho ,   
E m  nosso âmago , dando graças ao envio de  

L uz  pelos  Cuidadores , que  deve  ser
U sufruída  sempre  com  intenso
Z êlo...

" NOSSO FUTURO "



N osso
O lhar , um  dia ,
S inalizará  nos
S onhos , que
O stentarão  no

F uturo , um  Passado
U nico   e
T urbulento   em
U mbrais   terrestres ,
R epletos  de  feras
O rgulhosas  e  arrogantes...

x

" O GERAR FAMÍLIAS "


O que  é  Gerar ? ... É  a

G enerosidade
E ntre Seres Humanos  que
R eflete tudo o  que  é  dado  em
A MOR  e  Carinho  para  o
R esplandecer  da  HARMONIA  na  Família...

F aces  distintas  que
A dentram  pela  Vida
M antendo  uma  
I ndividualidade ,
L ivres  da
I ncertezas  que  só  o
A mor  pode  afastar , sem
S atisfações   precisarem  dar...  

" PODER DO PENSAMENTO "





P recisamos  trabalhar   o
O NTEM ...  por  termos
D esperdiçado   a
E nergia  que  possuíamos ,  tão
R ica  em  Poderes...

D istanciamo-nos ,  muitas  vezes ,  em
O utros  caminhos ,  escolhidos

P or   Erros  ou
E nganos ,  atrelados  ao
N osso  Medo ,  sem
S abermos
A té  onde  nos  levariam...   NO  AGORA ,  com
M ais  ousadia  ,  é  preciso
E nfrentar , com  Destemor ,  todas  as
N uvens  carregadas  da  Vida ,
T raçadas   por  nós ,  como
O ndas  no  Pensamento ,  dissipando-as ...