" GRATIDÃO PELO SILÊNCIO DA SOLIDÃO "


G ENEROSIDADE que se
R enova, ao
A catar uma
T ernura
I nevitável, após
D escobrir o que me
A gita a Alma...
O BSERVAÇÃO DO

P ODER DO PENSAMENTO  ao 
E ncontrar na
L ealdade, através da
O usadia,... a

S ENSAÇÃO  DE
I ndescritível clarão, de uma
L uz que se inflitra em mim,
E nquanto  descubro,
N os escuros
C aminhos da
I nsanidade, a
O brigação de

D esvendar as
Aflições  do Espírito...

S ERENIDADE  por
O uvir, com
L ucidez, a Voz
I nterior
D esejando que eu
A lcance, apenas,
O prazer, AO ESTAR SÓ...

" UMA NOVA CATARSE "

Ú ltima ?, talvez não...
M as,  das mais
A ntigas, com

N ovas lembranças de
O utrora, ontem
V ividas
A través dos queridos...

C onsiderações
A fetivas,
T antas vezes
A fastadas, sendo
R econhecidas com mais
S erenidade, para poder
E ternizá-las, ao serem compreendidas...

" O DESABROCHAR DA VIDA "

               
O que nos leva a

D uvidar que já
E stivemos, nos
S onhos, em outro lugar?...
A fastamos a
B eleza das
R ecordações que 
O s devaneios nos fazem
C hegar, ignorando a
H armonia com que nos
A calentam em um mágico
R itual...

D istantes, por não serem lembradas,
A s experiências, que pelo pensamento

V ivenciamos, perdem-se, quase que
I  nstantaneamente, quando
D espertamos para dar
À Vida continuidade... 

" A VIDA É UM CASTELO DE AREIA QUE SE DESFAZ "


  
A mortecida em uma

V ivência
I  nstintiva,
D escobri que é necessário
A cordar, para me deixar


E nvolver pela

U nião de todos os
M omentos vividos, e ser

C apaz de
A creditar nos
S onhos que chegam,
T ransportando-me  ao
E nfrentamento com o meu “EU”,
L iberando-me de um
Ó dio inconsciente, e

D espertando,
E m mim, um


A mor Puro que irá

R eaquecer as 
E ntranhas, ainda
I nalcançáveis, da minha
A lma...

Q uisera, mais adiante, poder
U nir-me à Luz da
E volução,

S em permitir que o
E ncanto dessa fantasia

D estrua  meus sonhos...
E seguindo, ainda, mais além,

S aber
F ortalecer a
A utenticidade do meu
Z elo pela Vida...

" QUE A FÉ SEJA SUA COMPANHEIRA "


Q uando ouvir, ao longe,
U ma Voz afetuosa que te
E mocione,

A ntes mesmo de pensar em

F icção ou Sonho,
E xperimente  abrir

S eu Coração à
E spera da
J unção de sua
A lma com

S eu Espírito, para que,
U nidos, possam
A ceitar todos os

C ompanheiros que,
O ntem, foram
M erecedores do seu
P erdão... Porque,
A gora, será
N ecessário que a sua
H umildade, a sua Fé, e a sua
E sperança sejam
I  nerentes à
R enovação que for
A lcançada nessa Jornada...