" PINTURA COM A BOCA E OS PÉS "
P redestinação ,
I mprevisível ,
N a Vida que os
T ornou
U nicos em
R ecursos na
A rte para a
S obrevivência...
C onfiança quando
O bservam as
M aravilhas que trazem
A o Mundo , por
B uscarem , em si mesmos ,
O orgulho , a força e a
C riatividade ,
A creditando que são
E speciais ..
O bjetivamente são capazes de
S ubstituir suas mãos , aceitando o
P oder que lhes
É oferecido na Vida para
S uperarem as dificuldades existentes...
" A ABSTINÊNCIA "
A parição de
A rroubos que
B rotam ,
S ôfregos ,
T razendo a
I mpertinência , no
N éctar do
Ê stase , para o
N orteio de um
C orpo ,
I nteiramente
A bandonado...
" SERES QUE SOFREM "
S omos rebeldes nos
E scuros
R ecantos de uma
E ntidade
S ecreta...
Q quase
U nicos ,
E ntre
S eres
O utros , que
F azem da
R ebeldia um
E mblema da
M istificação...
" FALANDO COM OS ANJOS "
F eliz por conseguir
A braçar o meu Universo
L etárgico, adormeci...Um
A corde distante despertou-me, e, a
N ecessidade, de
D escobrir por
O nde
C omeçar a procurar a nossa
O rigem surgiu, junto com o desejo de
M erecer a atenção dos
O lhos angelicais que, ao longe,
S orriam para mim...Tenho
A certeza de que
N inguém poderá me
J ulgar por acreditar naqueles
O lhos que me trouxeram a
S erenidade...
" A IMPARCIALIDADE "
A tenção , é preciso , no
I mprevisível
M elindre da
P ossessividade , que se
A podera da nossa avaliação , ao
R etermos um
C onhecimento próprio ,
I mpedindo-nos de
A ceitar a
L isura
I mediata , que
D eve estar presente , ao
A nalizarmos as
D iferenças das
E scolhas individuais ...
" A CORAGEM DA OUSADIA "
A lém de
C arregar a memória ,
O stensivamente
R ecorrente ,
A nte cada
G rande
E xperiência
M arcante da Vida ,
D eixamos de
A ntever a descoberta de
O nde se encontram as
U ltimas colocações
S arcásticas , que
A ntecedem o
D escobrimento de frases
I mpertinentes e
A rgutas...
" A ESSÊNCIA DA MEMÓRIA "
A rraigada
E m nós , como um
S uave perfume , fazendo-nos
S onhar com a
Ê nfase de
N ossas
C onquistas , representa a
I mortalidade de nossa
A lma...
D istante da
A quiescência dos
M uitos caminhos com
E scolhas a serem feitas , sendo
M uitas delas
O lvidadas , e outras tantas
R ecuperadas , sempre , com a
I ndagação de não terem sido ,
A ntes , lembradas ou resgatadas...
" A QUIETUDE DO SILÊNCIO "
A quelas sensações ,
Q uase
U nicas na
I ntimidade de uma criança , como
E ncanto , alegria e
T ernura ,
U nem-se às
D úvidas e às
E scolhas , que um
D estino vigilante
O ferece... A partir de então ,
S inais
I nstintivos de
L iberdade
E ncontram
N os
C aminhos diversos , pela Vida
I ndicados , a ostensividade da
O utra parte a ser desvendada nos Sonhos ...
" A IMORTALIDADE "
A ceitando
I niciar uma caminhada pelo
M undo , com o único
O bjetivo de tentar
R ecuperar o nosso “ EU ” em sua
T otalidade..... Há muito ,
A braçamos o ideal da
L iberdade
I nfinita , e , pressupomos ter o
D ireito de
A lcançar o tão almejado
D esejo de sermos ,
E ssencialmente , IMORTAIS...
" CONSTRANGIMENTO "
C omo é possível , em certas
O casiões , ocultar a
N ecessidade de fugir , ao
S entir o
T ratamento repulsivo de uma
R ecusa
A rdilosa ?
N ecessidade haveria de
G enerosidade e
I mpetuosidade ,
M escladas ,
E nriquecidas pela
N ecessidade de
T rocar o
O dio pelo Perdão ...
" ENCANTAMENTO "
E nvolvida em
N uances a Vida segue ,
C heia de cores e
A rroubos , próprios de uma
N atureza preciosa...
T raz , para todos
A queles que coseguem ver , as
M atizes de um
E ncanto que se
N ega a passar desapercebido , ou
T erminar sem sequer mostrar por
O nde passou...
" TENTAR E VENCER "
T ratamos a Vida
E squecendo que o
N ADA é apenas o que não foi
T rabalhado com
A mor e
R econhecimento...
E le é revisto nos
V alores
E m que
N ossos
C onhecimentos anteriores
E ncarregam-se de mostrar , para
R ealizarmos O TUDO...
" LEIS DO UNIVERSO "
Lembrando os
E ncontros
I mprevisíveis , nos
S onhos
D ecorridos , tanto no
O ntem , como nas
U ltimas Lembranças , conosco
N ascidas , e , antes ,
I ntensamente
V ividas , chega-nos a
E sperança de
R ever todas as
S ensações que não deveríamos ter
O lvidado...
" MEDITANDO "
M ente repleta de dúvidas que nos
E nvolvem , levando-nos à
D escoberta de
I magens que vão surgindo para
T ransformar as incertezas...
A través do pensamento , as Imagens nos
N orteiam , e , após
D ispersar nossas ideias , conduzem-nos para
O nde desejaríamos voltar...
" CAMINHANDO PELO TEMPO "
C ríticas ,
A rrependimentos ,
M elindres
I mpotência ,
N em sempre, as
H oras são precisas para
N ós , nas Histórias que
A ntagonizam todas as
N ossas ideias,
D stanciadas no
O ntem...
P ercebemos
E ncontrar , nas
L inhas do pensamento ,
O utros significados do
T empo, utilizado como
E steio de
M uitas derrotas ou conquistas ,
P or ideias fantasiosas
O riundas do mistério da Vida...
" O VOO MAIS ALTO "
O nde e , como
V ivenciarei
O VOO , que deverá
O rientar o
M eu caminho e as minhas
A ndanças ,
I mprescindível para o
S alto que irá
A lavancar a
L iberdade que
T anto almejei no
O ntem ?...
" O OSTRACISMO "
O ntem , pude INDAGAR ...
O nde foram deixados os
S onhos que
T entei
R eviver ,
A través das
C ertezas , que meu
I nstinto fez surgir ,
S erenando as
M ágoas de um
O lhar distante ?...
" NOSTALGIA DOS SENTIMENTOS "
N unca se deve pensar no
O ntem, como se os
S entimentos de lá
T razidos, fossem capazes de
A fastar os sentimentos
L igados ao nosso Presente...
G ratidão imensa deve ser
I nserida em nós pelo
A mor recebido no Hoje, quando
D evemos
O stentar, em nossos
S emblantes, todas as
S ensações
E stranhas ou
N obres,
T razendo, à tona, a
I ntimidade dos
M undos que se
E ntrelaçam
N os íntimos recantos, e, a
T roca de aconchegos ,
O nde Corpos e Mentes irão
S erenar...
" AGORA TENTE "
A char, procurando, sempre,
G otas de ESPERANÇA,
O nde o Medo
R eside, tentando
A fastá-lo da Luta...
T enazmante, procure
E star em HARMONIA ...
N ada de dar lugar às
T ristezas, procure
E ncontrar na Fé a FÔRÇA que precisa ...
" A VELOCIDADE DO TEMPO "
A ntes, na Infância,
V agarosamente, sem ser
E sperado.
L ogo adiante,
O stensivamente, iniciou a
C orrida, veloz e
I mprevisível,
D eixando sua marca, ao
A ntecipar, muito
D iscretamente, todas as
E tapas de uma Vida.
D epois, no Agora, por
O nde passa, deixa a fúria de um
T ornado, apresentando um
E nsaio fulgaz, mas, ao mesmo tempo
M ascarado, da
P reparação para
O ósculo da Morte...
" AMNÉSIA DIGITAL "
A ntes, todos eram capazes de
M emorizar datas, como as de
N ascimentos, telefones, identidades.
É visível que, cada vez mais,
S intam-se inclinados a sucumbir à
I nsensatez de digitarem todas
A s informações importantes,
D esprezando totalmente a
I ntegridade da memória...
G radualmente, isso poderá levar à
I ncidência de diminuição da
T ransmissão cerebral que
A ssoreia, permanentemente, a
L ucidez...para onde estaremos indo?
" MEDO QUE CALA "
M ediante as
E ntraves que chegam, trazendo
D esânimo, tristezas e revolta,O Mundo passa a nos lembrar
Q ue deixamos o ESQUECIMENTO
U m dia acontecer, ao calarmos e
E nterrarmos o que tinha ficado para trás,
C ontrastando com o Medo do que
A diante poderia vir a acontecer... Logo, a
L EMBRANÇA deve estar presente para não
A contecer tudo, novamente, mais adiante...
" AFETO NÃO SE NEGOCIA "
A MAR não é
F azer o que é
E stabelecido através da
T ruculência de
O nagros , os jumentos selvagens... Eles
N ecessitam alimentar-se de
A rrogância e de
O dio para
S atisfazerem seus instintos
E ncobertos pela covardia ,
N ão podemos CALAR ao ser ignorada a
E volução que protege a formação de uma Família...
G arantir o direito da
O portunidade de doar , a uma criança , Afeto e
C arinho por todos os que a isso se dispõem ,
I ndependente de suas escolhas afetivas , só
A primorará o Ser Humano...
" O MEDO DA MORTE "
O que nos faz
M ostrar tanta
E sperança, na suposição
D e que nunca nos alcançará
O que nos foi reservado pelo
D estino como a ÚNICA CERTEZA?...
A meaçados pelo Tempo, evitamos pensar na
M usicalidade, desfrutada outras vezes, de
O ndas sonoras que nos fizeram descobrir a
R enovação do Espírito, sem as
T urbulências da Vida,
E ntregando-nos ao Universo para reiniciar...
" ALZHEIMER "
A lém das
L embranças que o
Z elo traz para o
H oje, chega um
E squecimento,
I nconcebível... De uma
M emória
E scondida que
R ecolheu o Ontem ...
" A BIPOLARIDADE "
A lguns, sofrem pela Vida,
B eirando, como prisioneiros
P olos totalmente distintos... Em um momento,
O nde quer que se encontrem, sentem falta da
L iberdade, como se estivessem presos à
A lmas frias e enjauladas,
R epletas de sofrimentos
I ntensos ... E, repentinamente, em outro,
D escobrem-se na Euforia, com
A lmas, inteiramente livres,
D espertando para um
E ncantamento sem fim...
" A VIDA E A MORTE "
A O CHEGAR, o espanto da
V isão de UM MUNDO,
I mpiedoso, para ser enfrentado, e
D estemidas caminhadas a sua espera,
A lmejando, sempre, o crescimento com o
E mbalo de UM CORPO PRISIONEIRO...
A O PARTIR, o conforto de
M omentos de Amor, caso se deixe levar por
O ndas de Candura em
R elvas Floridas de
T ernura que
E nvolverão O ESPÍRITO...
" O LIVRE ARBÍTRIO "

O stentando uma
L iberdade, de forma
I mprevisível, desfrutamos a
V ida, quase sempre, sem
R econhecimento dos
E rros cometidos...
A inda que tenhamos noção das
R egras de um Viver com
B randura, a Incoerência
I mpera, levando-nos a uma
T urbulência, não condizente com o
R egistro daquilo que trouxemos,
I mpedindo-nos de
O rganizar a Vida com o Amor devido...
" AMOR SINGELO "
A rraigados na
M atéria, em
O casiões de
R ebeldia,
S omos
I mprevisíveis... Mas,
N ada é tão
G rande quanto o amor
E ntre pais e filhos, ao
L embrarem a estrada por
O nde caminharam juntos...
" O SOFRER DE CADA UM "
O homem, quando
S ofre, tenta encontrar no
O utro uma ajuda, que o
F ortaleça, para poder
R eaquecer seu coraçãoE ntregue ao desespero...
R ecusando, insistentemente, a
D ificuldade de conseguir
E nfrentar sozinho a
C omoção que o abala, anseia por um
A mparo para aliviar a
D or que o angustia...
A penas, esquece que ainda não somos
U m para que outro possa sentir a dor que o
M ortifica como se dele fosse...
" a DOR é DE CADA UM "
" MACHISMO , RACISMO , HOMOFOBIA "
M arcas de
A marras, que ainda perduram,
C ravadas por
H omens truculentos,
I rracionais ao
S ubestimarem os Direitos das Mulheres
M ulheres, esquecendo-se eles de
O nde vieram... De Onde? ... Delas...
R ecente? Não, ... existiu muito
A ntes, quando
C arrascos fomos,
I ndiferentes à
S orte dos que sofreram ou
M orreram lutando, no
O ntem, por terem DIREITO à VIDA...
H oje, perguntamos:
O nde será que, neste
M undo em ebulição, sem
O ráculos, não mais encontraremos
F racos indivíduos destilando
O dio?... É preciso
B radar, Alto e em Bom Som,
I ndignação pela não
A ceitação do DIREITO alheio DE AMAR...
" NOSSA MENTE PODE TUDO , VAMOS VIAJAR "
N em aos mais longínquos recantos,
O nde desejamos estar, que achamos,
S implesmente, ser impossível alcançar, os
S onhos deixam de nos levar,
A qualquer hora...
M ostrando-nos e fazendo-nos
E ntender o que
N ão estamos acostumados a
T entar
E sclarecer,
P ara podermos almejar
O que quisermos, através
D os nossos pensamentos
E ncarregados de conduzir-nos...
T emendo a Dor,
U ma das Sensações que nos
D istancia dos recantos sonhados, talvez,
O utrora já desfrutados, não avançamos...
V ivenciando a Resistência em
A lcançar as
M udanças que nos levarão para
O nde desejamos chegar,
S entiremos ser capazes de
V encê-la, utilizando nossa Energia, ao
I nduzir, através da meditação,
A substituição da Dor ,
J á intrínseca na matéria, fazendo com que
A mudança de percepção da
R ealidade seja modificada...
" COMO TUDO PODE VIR A SER NADA "
C ostumamos usar Palavras, e, logo adiante,
O lvidar a importância que tiveram, em certos
M omentos da Vida, ao representarem, no
O ntem, Sensações e Sentimentos únicos...
T emos, no entanto, consciência de como
U tilizá-las, já que delas precisamos, nas
D ores ou quaisquer outras ocasiões, quando
O tempo exige, por não dar respostas precisas...
P aixão, por exemplo, assim como
O dio, são Sentimentos que parecem ser
D istintos, mas são Palavras que ocupam,
E m tempos diferentes, o mesmo lugar...
V elamos sentimentos,
I nvestimos em sensações,
R evivemos momentos,
A proveitando Expressões que já
S e foram, sem nem mesmo
E sperar que pudéssemos entender ou
R ecordássemos seus significados... Daí,
N ós, podermos dizer que o Tudo do Ontem,
A plicado por palavras no momento preciso,
D eixou de ser considerado imenso para se
A presentar como a pequenez do Nada no Hoje...
" ACREDITANDO "
A MPARO e
C ERTEZAS serão
R evividos NAS ESCOLHAS,
E m nossos
D ias DO HOJE...
I mportantes pela
T amanha vontade de
A certar,
N ecessária e
D ESEJADAS no
O NTEM,...elas REAPARECERÃO...
" INTUINDO "
I ncertezas, inúmeras,
N a Vida,
T endem a nos
U nir ao Limiar do
I nfinito...
N ão podemos deixar
D e acreditar no que trazemos de
O nde viemos ...
" AMIGOS PARA SEMPRE "
A ntes de enfrentarem a
M orte, eram
I nseparáveis, e
G randes amigos, e, no
O NTEM, em vidas passadas,
S eguiram assim...
P acientemente, embora não
A creditassem conseguir, tentaram
R ecuperar, HOJE, aquela
A mizade, que somente nos
S onhos foi mantida... Mas, AMANHÃ,
E m suas vidas futuras, livres das
M ágoas dos desencontros,
P retendem
R eviver a Amizade
E ntorpecida...
" ACEITANDO A VELHICE "
A ntes, ao som de
C antigas que
E mbalavam a
I nfância, e
T raziam lembranças das
A quiescências que
N orteavam o
D estino, levando-me para
O nde desejava ir...
A gora, o encontro de
V ínculos
E streitos, que
L igam toda uma
H istória de Vida com a
I mensa vontade de
C ontracenar com os
E ncantos do passado...
" SENSIBILIDADE E QUIMERAS "
S ORRINDO, ao
E ncontrar as
N uances da
S ensação de
I nquietude...
B RINCANDO, ao usar o
I nstinto para
L udibriar a
I nstabilidade...
D ISCORDANDO,
A o descobrir que a
D or se diz
E fêmera...
E ntretanto, como
Q uase uma
U topia, DESEJANDO UM
I DEAL, tão
M isterioso quanto o
E nígma de uma
R ealidade, e, tão
A mbicioso quanto os
S onhos esquecidos...
" OLHOS NO UNIVERSO "
O nde estarão as
L ágrimas que,
H oje, celebrariam o nosso
O ntem?
S abemos que
N ão estão
O nde deveriam estar...Agora,
U ma descabida
N ecessidade
I ncoerente, ao
V iver em um Mundo tão
E stranho, existe... É preciso
R eviver os
S onhos que,
O utrora, nos fizeram chorar de Alegria...
" QUANTOS CHEGARAM ATÉ AQUI, APÓS QUARENTA ANOS ? " (Homenagem de Dilcelia Naschpitz à TURMA de 1975 da FNM...
Q ue caminho cada
U m terá seguido,
A o passar pelas difíceis escolhas
N o decorrer da Vida,
T entando trazer o que foi compartilhado
O utrora para este momento de
S audade?...
C omo terá sido recebida a
H ibernação das sensações
E dos sentimentos de
G ratidão, para possibilitar o
A lcance de um
R eaquecimento das
A finidades várias,
M etamorfoseadas, e
A ntes não conquistadas?...
T entadas, por muitos, na
É poca, as aquiescências e
A s aproximações deixaram-se,
Q uedar no Tempo, não permitindo a
U nião daqueles que um Dia as
I niciaram...e, a dos que já se foram...
A gora, o reencontro dos que
P arceiros foram um dia,
O u daqueles que apenas guardaram
S audade da convivência antiga...
Q uem terá conseguido
U ltrapassar as dificuldades para
A lcançar o sucesso que pretendia, com o
R econhecimento de seus queridos,
E ntre os tropeços e as dores da Profissão?
N ão podemosdeixar de homenagear os que
T anto tentaram realizar, antes que
A Vida arrebatasse seus sonhos... Viveram
A espreita de um tempo mais longo,
N o decorrer de um Tempo mais breve que
O nosso, por caminhos não concluídos, deixando
S audade e lágrimas por terem partido...
" NÃO DESISTA "
N ada nos chega
A lém do que nossos
O mbros possam carregar... Mesmo que não
D ependa de Nós, é a nossa
E SPERANÇA, ainda que sutil, mas
S empre presente, que irá
I nduzir-nos através dos
S ONHOS, fazendo com que eles se
T ransformem em
A JUDA preciosa...
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