M arcas de
A marras, que ainda perduram,
C ravadas por
H omens truculentos,
I rracionais ao
S ubestimarem os Direitos das Mulheres
M ulheres, esquecendo-se eles de
O nde vieram... De Onde? ... Delas...
R ecente? Não, ... existiu muito
A ntes, quando
C arrascos fomos,
I ndiferentes à
S orte dos que sofreram ou
M orreram lutando, no
O ntem, por terem DIREITO à VIDA...
H oje, perguntamos:
O nde será que, neste
M undo em ebulição, sem
O ráculos, não mais encontraremos
F racos indivíduos destilando
O dio?... É preciso
B radar, Alto e em Bom Som,
I ndignação pela não
A ceitação do DIREITO alheio DE AMAR...
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