D ivagando, despertei, vendo os sonhos ...
E spantei-me por, aos poucos, ter podido
S air dando forma a cada um deles,
C omo se tivesse o poder de
O uvir a escrita,
B albuciando palavras que me
R evelariam a
I nterpretação de
N ovas
D escobertas em letras
O cultas...
O rações inteiras,
P rojetadas diante de meus
O lhos, como se viessem do nada,
R epetindo tudo aquilo
Q ue gostaria de dizer, ao
U nir as letras que me
E ncantavam ... Algumas vezes,
D escobertas foram feitas, quando
O término dos
S onhos conduziram-me para
M ergulhar na
E scrita a ser realizada,
U nindo meus pensamentos e meus
S entimentos, permitindo-me o deslumbre do
A prendizado de
C omo conseguir
R egistrar todos
O s devaneios que, em
S egredo,
T entavam
I nformar-me de que
C arrego Ouvidos e
O lhos capazes de Ouvir e Ver o
S ussurro das Letras, quase sem sentir...
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