" A ALMA QUE SE LIBERTARIA "


A lcançou os meus olhos, e, ao

A dentrar o Solo Sagrado das
L ágrimas, resolveu invadir, com
M ãos poderosas, as Pálpebras, após ter 
A cordado para a Liberdade...  

Q uando percebi estar me deixando
U sar, sendo agredida por essa
E stranha personagem,

S ofri...  E, acreditando ter ouvido o som das  
E ntranhas, ao desfazer-se o forte 

L aço que a prendia, tentei
I  mpedi-la de 
B radar por Socorro, para não perdê-la... Ao
E xternar minha Agonia, surpresa
R econheci que, há muito, não percebia sua presença... 
T ratando-a com mais Carinho, e muito
A mor, passei a conhecê-la melhor, e pude
R eparar a dor que lhe 
I  nfringia, por obrigá-la a
A ceitar ser Escrava do meu Corpo... ELA NÃO PARTIU...



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