Q uando sentimos, como se
U nidas estivessem, a
E xpressão e
A palavra, elas
S ao recebidas, através de um
Ú nico pensamento: “Serem
A colhidas pela nossa
V oz e pelos nossos
O uvidos, enquanto
Z elam por um
E squecimento, como se
N ada pudessem
C ompreender,
A lém das
N otas
T rêmulas do
E feito musical que o Silêncio traz”, ...
C onseguimos, então,
O bservá-las nos
M omentos de
O utrora, em que foram
S ilenciadas e
I ncluidas nas
L ágrimas que, um dia, se
E sconderam bem
N o fundo de nossos
C orações,
I mpedindo que
O utras sensações aflorassem pela Voz...
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