" ANIMA "

    

A ntes que o
N éctar do
I  nterior 
M inimize as Tristezas, o
A cordar será difícil...                                                                                                                      

" AGORA TENTE "




A char, procurando, sempre, 
G otas de ESPERANÇA, 
O nde o Medo
R eside, tentando 
A fastá-lo da Luta... 

T enazmante, procure

E star em HARMONIA ...  
N ada de dar lugar às 
T ristezas, procure 
E ncontrar na Fé a FÔRÇA que precisa ...

" A VELOCIDADE DO TEMPO "


A  ntes, na Infância,

V  agarosamente, sem ser
E  sperado.
L  ogo adiante,
O  stensivamente, iniciou a
C  orrida, veloz e
I    mprevisível,
D  eixando sua marca, ao
A  ntecipar, muito
D  iscretamente, todas as
E  tapas de uma Vida.

D  epois, no Agora, por
O  nde passa, deixa a fúria de um

T  ornado, apresentando um
E  nsaio fulgaz, mas, ao mesmo tempo
M ascarado, da
P  reparação para
O  ósculo da Morte...

" AMNÉSIA DIGITAL "



A ntes, todos eram capazes de
M emorizar datas, como as de
N ascimentos, telefones, identidades.
É visível que, cada vez mais,
S intam-se inclinados a sucumbir à
I nsensatez de digitarem todas
A s informações importantes,

D esprezando totalmente a
I ntegridade da memória...
G radualmente, isso poderá levar à
I ncidência de diminuição da
T ransmissão cerebral que
A ssoreia, permanentemente, a
L ucidez...para onde estaremos indo?

" MEDO QUE CALA "



M ediante as
E  ntraves que chegam, trazendo
D esânimo, tristezas e revolta,
O Mundo passa a nos lembrar

Q ue deixamos o ESQUECIMENTO
U m dia acontecer, ao calarmos e
E nterrarmos o que tinha ficado para trás,

C ontrastando com o Medo do que
A diante poderia vir a acontecer... Logo, a
L EMBRANÇA deve estar presente para não
A contecer tudo, novamente, mais adiante...

" AFETO NÃO SE NEGOCIA "


A MAR  não  é
F azer  o  que  é
E stabelecido através  da
T ruculência  de
O nagros , os jumentos selvagens... Eles
               
N ecessitam  alimentar-se  de
A rrogância  e  de
O dio  para

S atisfazerem  seus  instintos
E ncobertos  pela  covardia ,

N ão  podemos  CALAR  ao  ser  ignorada  a
E volução  que  protege  a  formação  de uma Família...
G arantir  o  direito da
O portunidade de doar , a  uma  criança , Afeto  e
C arinho  por  todos  os  que  a  isso  se dispõem ,
I ndependente  de  suas  escolhas  afetivas , só
A primorará  o  Ser Humano...

" O MEDO DA MORTE "



O que nos faz

M ostrar tanta

E sperança, na suposição
D e que nunca nos alcançará
O que nos foi reservado pelo

D estino como a ÚNICA CERTEZA?...
A meaçados pelo Tempo, evitamos pensar na

M usicalidade, desfrutada outras vezes, de

O ndas sonoras que nos fizeram descobrir a
R enovação do Espírito, sem as
T urbulências da Vida,
E ntregando-nos ao Universo para reiniciar...

" ALZHEIMER "



A lém das
L embranças que o
Z elo traz para o
H oje, chega um
E squecimento,
I  nconcebível... De uma
M emória
E  scondida que
R  ecolheu o Ontem  ...

" A BIPOLARIDADE "



A lguns, sofrem pela Vida,

B  eirando, como prisioneiros
I   nconscientes, abismos de dois
P  olos totalmente distintos... Em um momento,
O  nde quer que se encontrem, sentem falta da
L  iberdade, como se estivessem presos à
A  lmas frias e enjauladas,
R  epletas de sofrimentos
I   ntensos ... E, repentinamente, em outro,
D  escobrem-se na Euforia, com
A  lmas, inteiramente livres,
D  espertando para um
E  ncantamento sem fim...

" A VIDA E A MORTE "



A O  CHEGAR, o espanto da

V isão de UM MUNDO,
I   mpiedoso, para ser enfrentado, e
D estemidas caminhadas a sua espera,
A lmejando, sempre, o crescimento com o

E mbalo de UM CORPO PRISIONEIRO...

A O PARTIR, o conforto de

M omentos de Amor, caso se deixe levar  por
O  ndas de Candura em
R  elvas Floridas de
T  ernura que
E  nvolverão O ESPÍRITO...

" EU E MINHA MÃE "



E m  minhas
U ltimas  

E lucubrações,

M antive,
I  nsistentemente, a
N ecessidade de
H istoriar, após a sua MORTE,  
A ligação entre o

M EDO do reviver o Ontem e a ALEGRIA do
A MOR que havia sido descoberto
E m nós, nos últimos tempos...

" O LIVRE ARBÍTRIO "






O stentando  uma

L iberdade, de forma
I  mprevisível, desfrutamos a
V ida, quase sempre, sem
R econhecimento dos
E rros cometidos...

A inda que tenhamos noção das
R egras de um Viver com
B randura, a Incoerência
I  mpera, levando-nos a uma
T urbulência, não condizente com o
R egistro daquilo que trouxemos,
I mpedindo-nos  de
O rganizar a Vida com o Amor devido...


" AMOR SINGELO "






A rraigados na
M atéria, em
O casiões de
R ebeldia,

S omos
I  mprevisíveis... Mas,
N ada é tão
G rande quanto o amor
E ntre pais e filhos, ao
L embrarem a estrada por  
O nde caminharam juntos...

" O SOFRER DE CADA UM "


O homem, quando

S ofre, tenta encontrar no
O utro uma ajuda, que o
F ortaleça, para poder
R eaquecer seu coração
E ntregue ao desespero...
R ecusando, insistentemente, a

D ificuldade de conseguir
E nfrentar sozinho a

C omoção que o abala, anseia por um
A mparo para aliviar a
D or que o angustia...
A penas, esquece que ainda não somos

U m para que outro possa sentir a dor que o
M ortifica como se dele fosse...
                 " a DOR é DE CADA UM "

" MACHISMO , RACISMO , HOMOFOBIA "


M arcas de
A marras, que ainda perduram,
C ravadas por
H omens truculentos,
I   rracionais ao 
S  ubestimarem os Direitos das Mulheres
M ulheres,  esquecendo-se eles de
O nde vieram...  De Onde? ... Delas...

R ecente?  Não, ... existiu  muito      
A ntes, quando
C arrascos fomos,
I  ndiferentes à
S orte dos que sofreram ou
M orreram lutando, no
O ntem, por terem DIREITO à VIDA...

H oje, perguntamos:
O nde será que, neste
M undo em ebulição, sem
O ráculos, não mais encontraremos
F racos indivíduos destilando
O dio?...    É preciso
B  radar, Alto e em Bom Som,
I ndignação pela não
A ceitação do DIREITO alheio DE AMAR...

" NOSSA MENTE PODE TUDO , VAMOS VIAJAR "


N em aos mais longínquos recantos, 
O nde desejamos estar, que achamos, 
S implesmente, ser impossível  alcançar, os 
S onhos deixam de nos levar, 
A qualquer hora... 

M ostrando-nos e fazendo-nos

E ntender o que 
N ão estamos acostumados a
T entar  
E sclarecer,

P ara podermos almejar 
O que quisermos, através
D os nossos  pensamentos
E ncarregados de conduzir-nos...

T emendo a Dor, 

U ma das Sensações que nos 
D istancia dos recantos sonhados, talvez,
O utrora já desfrutados, não avançamos...

V ivenciando a Resistência em 

A lcançar as 
M udanças que nos levarão para
O nde desejamos chegar, 
S entiremos ser capazes de

V encê-la, utilizando nossa Energia, ao
I  nduzir, através da meditação,
A substituição da Dor , 
J á intrínseca na matéria, fazendo com que 
A mudança de percepção da
R ealidade seja modificada...   
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             

" COMO TUDO PODE VIR A SER NADA "



C ostumamos usar Palavras, e, logo adiante,
O lvidar a importância que tiveram, em certos
M omentos da Vida, ao representarem, no
O ntem, Sensações e Sentimentos únicos... 

T emos, no entanto, consciência de como 

U tilizá-las, já que delas precisamos, nas 
D ores ou quaisquer outras ocasiões, quando
O tempo exige, por não dar respostas precisas...


P aixão, por exemplo, assim como

O dio, são Sentimentos que parecem ser   
D istintos, mas são Palavras que ocupam,
E m  tempos diferentes, o mesmo lugar...

V elamos sentimentos,

I  nvestimos em sensações,
R evivemos momentos,

A proveitando Expressões que já  


S e foram, sem nem mesmo  

E sperar que pudéssemos entender ou
R ecordássemos seus significados... Daí,


N ós,  podermos dizer que o Tudo do Ontem,

A plicado por palavras no momento preciso,
D eixou de ser considerado imenso para se
A presentar como a pequenez do Nada no Hoje...

" ACREDITANDO "



A  MPARO e
C  ERTEZAS serão
R  evividos NAS ESCOLHAS, 
E  m nossos 
D  ias DO HOJE... 
I   mportantes pela
T  amanha vontade de
A  certar,  
N  ecessária e 
D  ESEJADAS no 
O  NTEM,...elas REAPARECERÃO...

" INTUINDO "



I  ncertezas, inúmeras, 

N a Vida,  
T endem a nos
U nir ao Limiar do
I  nfinito... 
N ão podemos deixar 
D e acreditar no que trazemos de 
O nde viemos ... 

" AMIGOS PARA SEMPRE "





A ntes de enfrentarem a        
M orte, eram
I nseparáveis, e
G randes amigos, e, no
O NTEM, em vidas passadas,
S  eguiram assim...

P acientemente, embora não

A creditassem conseguir, tentaram
R ecuperar, HOJE, aquela
A mizade, que somente nos

S onhos foi  mantida...  Mas, AMANHÃ,

E m suas vidas futuras, livres das
M ágoas dos desencontros,
P retendem
R eviver a Amizade
E ntorpecida...

" ACEITANDO A VELHICE "


A ntes, ao som de
C antigas que
E mbalavam a
I  nfância, e
T raziam lembranças  das
A quiescências que
N orteavam o
D estino, levando-me para
O nde desejava ir...

A gora, o encontro de


V ínculos

E streitos, que
L igam toda uma
H istória de Vida com a
I  mensa vontade de
C ontracenar com os
E ncantos do passado...

" SENSIBILIDADE E QUIMERAS "


S ORRINDO, ao
E ncontrar as
N uances da
S ensação de
I nquietude...
B RINCANDO, ao usar o
I nstinto para
L udibriar a
I nstabilidade...
D ISCORDANDO,
A o descobrir que a
D or se diz
E fêmera...

E ntretanto, como


Q uase uma

U topia, DESEJANDO UM
I DEAL, tão
M isterioso quanto o
E nígma de uma
R ealidade, e, tão
A mbicioso quanto os
S onhos esquecidos...

" OLHOS NO UNIVERSO "



O nde estarão as
L ágrimas que,
H oje, celebrariam o nosso
O ntem?
S abemos que

N ão estão

O nde deveriam estar...Agora,

U ma descabida

N ecessidade 
I ncoerente, ao
V iver em um Mundo tão
E stranho,  existe... É preciso
R eviver os
S onhos que,
O utrora, nos fizeram chorar de Alegria...

" QUANTOS CHEGARAM ATÉ AQUI, APÓS QUARENTA ANOS ? " (Homenagem de Dilcelia Naschpitz à TURMA de 1975 da FNM...


Q ue caminho cada
U m terá seguido,
A o passar pelas difíceis escolhas
N o decorrer da Vida,
T entando trazer o que foi compartilhado  
O utrora para este momento de
S audade?...

C omo terá sido recebida a

H ibernação das sensações
E dos sentimentos de
G ratidão, para possibilitar o
A lcance de um
R eaquecimento das
A finidades várias,
M etamorfoseadas, e

A ntes não conquistadas?...

T entadas, por muitos, na
É poca, as aquiescências e

A s aproximações deixaram-se,

Q uedar no Tempo, não permitindo a
U nião daqueles que um Dia as
I  niciaram...e, a dos que já se foram...

A gora, o reencontro dos que

P arceiros foram um dia,
O u daqueles que apenas guardaram
S audade da convivência antiga...

                                                                  

Q uem terá conseguido
U ltrapassar as dificuldades para
A lcançar o sucesso que pretendia, com o
R econhecimento de seus queridos,  
E ntre os tropeços e as dores da Profissão?
N ão podemosdeixar de homenagear os que
T anto tentaram  realizar, antes  que  
A Vida arrebatasse seus sonhos... Viveram


A espreita de um tempo mais longo,

N o decorrer de  um Tempo mais breve que
O nosso, por caminhos não concluídos, deixando
S audade e lágrimas por terem partido...  

" NÃO DESISTA "


                         

N ada nos chega
A lém do que nossos
O mbros possam carregar... Mesmo que não

D ependa de Nós, é a nossa

E SPERANÇA, ainda que sutil, mas
S empre presente, que irá
I  nduzir-nos através dos
S ONHOS, fazendo com que eles se
T ransformem em
A JUDA preciosa...
                                                   

" SOMOS TODOS...SEREMOS TUDO "



S e acaso, no PRESENTE,
O lvidarmos os
M uitos de nós que
O cupam nossa Mente,
S entiremos  

T error, por
O mitirmos todas as
D escobertas que um
O lhar cuidadoso
S aberá distinguir, nas
    
S ensações, nos sentimentos,
E nas mensagens
R eminiscentes que aguardam
E sclarecimentos... no FUTURO,
M anteremos pensamentos
O rdenados, sem dúvidas e
S em erros, em

T orno de uma só Sabedoria...
U nificaremos o TUDO que seremos
D entro DE TODOS
O s que somos...SEREMOS UM...