O ndas Sonoras,
P reciosas,
E ncantarão
N ossa mente, se
S ilenciarmos
A s tristezas e o
M edo que
E xistem
N a Memória
T razendo até nós o
O desencanto...
V iemos, sem saber de
O nde, trazendo ocultas
L embranças, nessa
T ransição entre o Tempo em que
A Paz do Além nos envolvia, e os
N ovos Tempos que aquí nos
D eixariam, frente a frente, com os
O bstáculos e as fraquezas... Daí,
P assamos toda
A Vida, tentando
R ecuperar e colher
A s mensagens
C apazes de nos
A conchegar, através dos
Sonhos, e nos dizer como
Alcançar Novos Caminhos...
V em comigo...
A companhe minha
I maginação, e
D ê ênfase ao
A mor que
R ecolhemos de
T odas as nuances
U tilizadas nas
D escobertas feitas pelos
O lhos, quando
C olorimos nossa
E strada, para
R evertermos a
T entação de, pelo caminho,
O cultarmos o que está a chegar ...
O lhar
L igeiro,
H abilmente atento, ao
O uvir
S ons muito
D istantes,
E spalhados e
L iberados nos
Í ntimos recantos da
N atureza, que
C alam diante do
E spreitar desse animal magestoso...
V ivenciamos Imagens
E nganosas ou Distorcidas,
R ecebidas pela Visão, que tentam
D isfarçar, por inúmeras vezes,
A s considerações que se movem
D istantes, no Universo, para nos serem
E ncaminhadas a cada vez que forem
S olicitadas ... Se nos
E mbrenharmos nos
M isteriosos e Enganosos
E ntendimentos,
N ascidos dessas imagens
T urbulentas, cruéis e
I ncoerentes, estaremos
R estringindo
A verdadeira
S ensação de PAZ...
D ecididamente, estaremos
O casionando a destruição de
M omentos
Ú nicos, que o Universo
N os oferece para
D estruirmos o
Ó dio que se alastra pelo Planeta...
A foitamente, o Espírito
A tento, e, com
L ucidez, ampara a
M atéria, sempre
A cessando a
Q uietude, ao
U tilizá-la quando
E nvia sua mensagem de
F orça para
A quela que procura a
L iberdade da Alma
A través do pensamento ...
C onsegue, então,
O rganizar a
M udança, a ser
O btida, nos
S onhos... E, com o
O lhar,
L ibera e
H armoniza tudo o que foi observado, dando
O portunidade ao Espírito de
S eparar as impurezas que maculariam a Alma...
V isivel
A os nossos Olhos,
S obressaindo-se à
Todas as
I ntempéries
D eflagradas pelo
A parecimento da
O bscuridade ...
Q uerendo
U ltrapassar os
E ncantos do
N ascer de uma
O stensiva
S ensação do Belo,
Contrasta com
O alvorescer e a
N itidez dos
F ragmentos
U nicos de uma
N atureza
D iáfana que nos
E ncanta...
O que se
D eve
E sperar,
S e não
P udermos
E ncontrar as
R espostas
T runcadas, que
A ntes foram
R etidas
D entro da
A lma?... Uma
M emória que, na
E scuridão da
N oite,
T enta enfrentar os
E nganos,
A ntes tão
D istantes, mas, hoje, repletos de
O rgulhos medíocres e tantos
R eceios?... Ou, um
M istério que vive
E m confronto com o
C onhecimento
I nato,
D e uma
A lma perdida ?
M emória de imagens e sons em
I nércia,
S em, nem mesmo,
T entarem oferecer migalhas do passado, ou
E sclarecer o
R epouso...
I ndiferentes permanecem, desprezando
O s Obstáculos Presentes, capazes de
S ilenciar, em minha mente, a lembrança
D e todas as centelhas que
A s conquistas,
V ividas nos
I nstantes mais
D ifíceis do meu
A prendizado, tenham revelado...
A calanto de Sensações dúbias,
M edo,
A legria,
T antos Sentimentos,
E mbaralhados,
R evolvendo a Mente...
N ós que não desatam,
I ndiferentes à Agonia
D o AMOR INCONDICIONAL
A nte todas as Adversidades, ou o
D esespero de Escolha ,
E ntre a Felicidade e a Dor...
R ECORDANDO as
E moções de um Passado
V ivido,
E ntre Lutas e
N egações, que trouxeram
D istorcidas visões de
O nde era preciso chegar ...
O lhar atento, no
P ropósito de
E ncontrar o porquê de escolhas tão
S imples terem chegado aos
O lhos como um caminho
D e tantas indagaçõe , finalmente, deixa claro
O nde a razão se sobrepõe às Sensações, e aos
S ofrimentos permitidos... Simplesmente, no
E ncontro de caminhos com
R edenções ou avanços,
R eceios ou deslumbres, mas, sempre,
O scilando entre uma Vida desfrutada com
S ERENIDADE e um MEDO IMPERTINENTE ....
U ma Farsa Abrangente existe,
M assacrando a Humanidade com
M entiras e Cinismos
U ltrajantes, levando à Destruição
N ações inteiras,
D espertando, no Homem da Atualidade, um
Ó dio que se encontrava amainado... Hoje,
E le envolve Corações e
M entes com
C entelhas de Brutalidade,
H umilhação e Desamor... Ódio que
A foga as Almas em
M alditas Premonições,
A meaçando o SER HUMANO a sentir
S OLIDÃO, DENTRO DE SI, E, NA MULTIDÃO...
M ortificada por
I gnorar que o
N ADA DO AGORA NO
H OJE inexiste,
A cordei para a
V ida,
I nvestindo no
D esejo de
A lavancar toda a
C RIATIVIDADE conquistada NO
O NTEM... E, reativando a
M emória, pude
O cultar as derrotas,
S elecionando todas as Vitórias,
E ntre a minha Vinda e o
A lerta da existência da Morte...
P rotegendo-me da lembrança dos
R eveses, que pelo Caminho
E ncontrei, pude, então,
S onhar, avidamente, em
E ncontrar uma
N ova Identidade,
T erminando por, HOJE,
A ssociá-la à realidade da REALIZAÇÃO...
E spelho da Vida que
N ão lhe revelará o que é
C riado pelos seus próprios
O lhos, que insistem em
N egar
T odos os seus defeitos,
R ecorrendo às
A rtimanhas que lhe cegarão...
N ão se deixe enganar, e
D escubra
O nde estão os seus
V alores ou defeitos, descobrindo-os com
O lhos atentos... Poderá, então
C omemorar os
E ncantos que a Vida lhe reserva...
S omos, provavelmente,
Ó s únicos Animais capazes de
O fuscar a
H armonia da Vida,
O nde a
M entira
E o ódio não poderiam ser
M antidos, nem deveriam ser
E NCORAJADOS pela RaçaHumana...
C ada vez mais vivendo em
A gonia, por não estarmos
P reparados para dar
A mor, deixando de
Z elar pelos que nos cercam, e
D edicar altivez
E m lidar com o Mundo...
O dio não é
D esprezo nem
I ndignação,
A ntes de tudo, é
R ESIGNAR-SE COM A IGNORÂNCIA...