" ALMA FELINA "



A fastando-se  da
L etargia ,
M ovimenta-se   lembrando
A sensualidade  de  Vidas  que

F lutuam  no
E spaço  com  uma  
L entidão
I  ncontestável ,  que
N ada  sofrem , ao
A lcançarem , Incólumes ,  o  Solo...

" HARMONIA DE MÃOS QUE FALAM "



H abilmente , começam
A fazer  aparecer  letras ,
R epletas  de  sons
M usicais ,
O nde , até  então ,
N ada  se  ouvia ,
I  mpulsionando ,  com
A mor , tudo  o  que

D entro  do silêncio se
E scondia...   O  outro ,

M ergulhado  na
A nsiedade  de
O uvir  todos  as  bulhas , 
S inais  da  fantasia 

Q ue  lhe  foi 
U surpada ,  começa  a  se  
E ncantar  com  a

F orma  de ouvir  que  lhe
A calenta  a  Alma , 
L ibertando  seus  ouvidos 
A través  daquelas
M ãos  repletas  de  Sons...

" VIDA A DOIS , SEM EGOÍSMO "


V encendo a
I nsana 
D ependência  de
A ções  distintas ,

A o  conviver

D ividindo  o  espaço ,
O nde  mais  de  um  deverá  
I nstalar-se ,  é  preciso  aprender a
S  obreviver  com  compreensão...

S erenidade  
E muita Harmonia
M erecem  ser  incluídas  na  relação , pois .

E ntre  as
G randes  imperfeições  de  caráter ,
O nde  mais  o  Homem  se  perde ,
I ndependente    da  confiança  dedicada  a
S i  mesmo ,  existe o  “ EGOCENTRISMO “   que
M escla  prepotência  com
O rgulho , precisando  ser  extinto...


" A SABEDORIA DO MEU SILÊNCIO INTERIOR "


A paziguando  minha

S ofreguidão  ao  sentir  a
A proximação  de  uma
B risa suave , trazendo
E sperança  em  vez  de  
D esilusão , pude  sentir  que
O ntem  não  fui  capaz  de 
R econhecer  as
I  ntuições  que  me
A calentavam ...  Mas , as

D úvidas  de Hoje , entre o 
O uvir  e  o  Falar ,

M ostraram  que
E u  poderia 
U tilizá-las no  sentido de que 
                                                                                                                  
S e  manifestassem   
I  ntensamente ,
L iberando , com  muita
Ê nfase  , a  
N ecessidade  do
C alar  diante  da
I  ncapacidade  do  não  saber
O uvir ...  Repentinamente , novas


I  ntuições  surgiram , como  a   
N uvem  de   um  grande
T ornado  ,  a
E spera  de  serem  
R econhecidas  ,  para  então
I  ntegrarem  
O meu  Silêncio  com  a
R enovação  do  meu  “Eu”...