" SIMPLICIDADE COMO TEMPERO DA VIDA "


S  entindo a
I   ngenuidade, 
M odificando os  
P  ensamentos,ao tirar deles a 
L  iberdade de 
I   nterrogar o porquê de, sempre, 
C  hegarem à mente como uma frase simples... 
I    nteragindo com a Vida, ao ponto 
D  e nela despertar 
A  necessidade
D  e ser corrigida com
Ê  nfase... 

C  onfundindo a
O  portunidade de
M  inimizar 
O  que deve ser aproveitado,

T  entando explicar, de maneira
E  loquente,
M  uito 
P  rópria de uma
E  mpáfia, o que está sendo
R  evelado, a cada momento... 
O  u procurando 

D escobrir, no conteúdo que
A mpara as escritas, a

V erdadeira
I  dentidade que as aproxima
D os pensamentos 
A serem utilizados,  para estarem propensas  à verdade...

" REFORMA DO MEU INTERIOR "

R efazendo Conceitos,
E nfrentando os Medos,
F ortalecendo as idéias,
O ptando pela
R eforma de mim
M esma, para poder
A cordar ... 

D istante de
O utros Tempos e de

M omentos outros,
E nveredo por um Caminho
Ú nico,

I  nsistindo em
N ão voltar...
T entando
E ntender que um 
R etorno
I  ncidirá na 
O missão do querer
R efletir para poder Crescer.

" PLANTANDO AMOR "


P róximos, cada vez mais
L ivres,
A lcançando um Pensamento,
N orteado para
T razer, na Vida,
A té  cada um de
N ós, todo o
D iscernimento sobre
O Poder de levar o

A calanto e o 
M agnetismo da magia  para
O nde os quisermos
R evelar...

" O CALOR DO NOSSO INTERIOR QUE DIFERE DOS DEMAIS "


O lhos que 
                                                                                        
C oletam o
A prendizado
L atente, bem
O nde
R egistramos a 
                                                                                     
D or 
O u a Alegria de 
                                                                                
N ossas Conquistas...
O nde
S ensações e
S entimentos
O cultam a

I  mposiçao de 
N ossa 
T ernura, para
E nfrentarmos o
R igor da 
I  nsensatez,
O brigando-nos  a 
R econsiderar o AMOR existente...

Q uando esses mesmos Olhos 
U tilizam sentimentos, para
E xpressarem suas

D ores, sentem a
I  ncapacidade de
F ragmentar qualquer
E sperança, em
R espeito aquilo que
E speram deles... 

D istantes, permanecem  
O cultando esse 
S ofrimento, por não

D esfrutarem da mesma Dor que
E ntorpece, aos poucos, na Mente, a 
M agia do Viver, que deveria estar presente... 
A  penas alcançarão seu 
I   nterior aqueles que estiverem
S  ofrendo... Ninguém mais poderá fazê-lo.

" REENCONTROS EM NOVOS ENCONTROS "


R ompantes surgem, por vezes, pelo
E stremecimento do Equilíbrio...
E ncantos surpreendem, ao saber ver com a Alma,
N ada tão Especial 
C omo  dividir 
O Lembrar do Passado sem
N egar os momentos 
T razidos à Memória, para serem
R evividos, não
O cultando  Sensações e
S entimentos comuns, um dia não compreendidos...

E  scolhendo, em outros
M omentos, não só a

N aturalidade  do saber 
O uvir, como  a capacidade de
V er  através de
O utros Olhos,  que
S urgem  do nada, dá-se o

E ncontro  da
N ecessidade do saber apreciar  a
C ompanhia  de 
O utras pessoas que compartilham
N ossos Caminhos,
T ransmitindo a
R enovação, com um simples  
O lhar amigo, que
S urpreende...

" ESPALHANDO AMOR "


É importante
S entirmos, nas
P alavras
A migas, a
L igação com a
H istória vivida
A ntes de
N ascermos...Pois, poderemos
D escobrir, no
O ntem, todas

A s ocasiões
M ágicas em que
O btivemos um encontro com a  
R enovação de experiências...

" SOMOS APENAS ÚTEIS, OU SIGNIFICAMOS ALGO? "


S ignificamos  para o
O utro, muitas vezes, um
M istério que o
O lhar não
S abe distinguir, 

A fastando-o, sem querer, do
P oder de
E ncontrar em
N ós a 
A finidade, e, permitindo que nele 
S  e instale a possibilidade de sermos                                                                                                                                                            
Ú teis apenas...
T ão grande é a
E sperança que temos em Significar, mas, 
I  mpossivel, no entanto,
S aber tudo aquilo que

O outro pensa ao nos
U tilizar, sem notar que há uma

S ensação a ser descoberta, pois, no 
I  nconsciente,  já existe uma
G ratidão por ser  amado...
N ada mais
I  ndescritível do que a
F elicidade ao
I  dentificarmos o
C arinho e o
A mor, que tentamos
M erecer, de
O utros seres que nos cercam, 
S  em que sejamos utilizados

A penas... Será que, um dia, a
L  ucidez  chegará a todos nós, permitindo que  
G ratos sejamos, e, possamos descobrir
O que significa o outro...e, não só utilizá-lo?... 

" REENCONTROS NA ERRATICIDADE "


R  etornando à Erraticidade ,
E  ncontraremos Mentores e Amigos 
E  ntre os Irmãos de Outrora, aguardando 
N  osso reviver... Ao sermos
C  onfortados e Amados , poderemos
O  uvir e conseguir Ver,
N  as Imagens que nos trazem, 
T  udo o que ficou para trás... e, ao
R  ecebermos tanto Amparo, em forma de
O  ndas de Amor, redescobriremos um Mundo
S  em Tempo ou Espaços definidos, pronto a nos recolher ...

N  as oportunidades de
A  primoramento, será preciso dedicação no

E  studos, para o preparo de futuros
R  eencontros previstos em 
R  etornos a serem realizados, e, aos
A  prendizados, a serem utilizados em
T  rabalhos que nos conduzirão, novamente, para o  
I   nicio de uma nova Reencarnação...  Com 
C  ompanheiros dedicados, e o poder da
I   ntuição,  para  auxiliar no  
D  ecorrer de Nova Vida , e podermos
A  lcançar o Despertar da Consciência ... Assim,  no
D  esenrolar do planejamento de uma Nova Jornada,  
E  staremos amparados na escolha dos Caminhos a percorrer...

" ESTAMOS NO MUNDO, NÃO SOMOS DO MUNDO "





E spíritos que, em
S onhos,
T estam seu 
A primoramento
M ediúnico, até
O nde
S ouberam chegar,

N unca se afastam das
O corrências passadas, nem

M anipulam as
U niões que requerem a  
N ecessidade 
D e ultrapassarem 
O bstáculos...

N ão aceitam a troca do
A mor pelo
Ó dio, nem 

S entimentos
O utros, que causem
M enosprezo ... 
O bservadas com Olhos Críticos , mas com
S abedoria , para que sejam

D estituidas de todos os  
O s entraves que por ventura se

M antenham                                       
U ltrapassadas, as 
N oções adquiridas,
D iante de um Aprendizado
O bjetivo, são consideradas...

                                                                                                                   

" O PODER DA FÉ NO PENSAMENTO "


O maior

P roblema, para
O btermos o
D estemor e nos
E ncantarmos com o
R esplendor dos

D ons que trazemos com
A Vida, é não termos o

F ortalecimento da Alma para
E ntrevermos nossa essência...

N ossa Força está
O nde o nosso

P ensamento irá
E ncontrar a 
N ecessária 
S abedoria, para
A lcançarmos a nossa
M emória que, ainda, permanece
E mperrada, escondendo de
N ós, com rigor,    
T udo aquilo que já conseguimos
O bter em outras jornadas... 

" DO QUE SERÁ O SER HUMANO CAPAZ DE REALIZAR, AO PODER SENTIR QUE SE EMOCIONA "

D iferentemente de todos
O s SENTIMENTOS 

Q ue permanecem,
U nificados no cérebro,
E ntre os Homens,

S ão diversificadas as
E MOÇÕES que,
R aramente, se
A ssemelham...

O s SENTIMENTOS, mais  

S uperficiais e
E fêmeros, podem
R egistrar igualdades nos

H omens... Já,
U ma EMOÇÂO é primitiva, perdura,
M ostrando que 
A Sensação do Saber 
N ao pode deixar de ser sentida nem
O lvidada... Ainda que

C arente, o Homem não aceita que
A s suas EMOÇÕES
P ossam ficar para  trás,
À procura de novos 
Z elos... Ainda que

D istantes,
E las se apresentarão como

R ecentes, por serem
E speciais...
A inda que,
L ibertas, elas serão
I  mprevisíveis em suas 
Z angas... Não são os SENTIMENTOS, mas
A s EMOÇÕES que permanecem
R egistradas no Espírito...

A tual, mas muitas vezes
O bscuro, nosso

P oder de
O rdenar, 
D estaca as  
E scolhas
R ecentes dos

S ENTIMENTOS que se encontram
E ntregues à
N ecessidade de serem
T raduzidos, após a
I  mpregnação de tudo que 
R ecebemos desse Mundo... 

Q uando
U nimos o
E mbevecimento  dessa

S ensação, que se 
E ntrelaça com a 

E mpatia de
M omentos
O utros, 
C omungamos
I  deais, mas,
O cultamos
N ossas escolhas,
A ntagônicas aos SENTIMENTOS...


" O NADA LEMBRAR DA ESPIRITUALIDADE "


O lvidamos, ao reviver,  
                              
N umerosos
A prendizados,
D estinados 
A os Caminhos de um 

L ivre Arbítrio, em que as
E scolhas serão feitas
M ediante conhecimentos que
B rotem  dos
R esquíscios de
A ntigas Lembranças a serem 
R evividas,  ou não,

D e antigas Jornadas,  para nos levar 
A os Acertos... Esse NADA LEMBRAR, 

E ntorpece a Alma, e, é compreensível, 
S e imaginarmos o quanto seria 
P esaroso  trazermos as
I mpressões  que  temos
R egistradas, em nossos Espíritos,
I mpregnados pela
T  urbulência de erros passados... É a
U tilização, pela Erraticidade, do
A prendizado que nos acorda e nos
L iberta de uma
I ndividualidade que
D estrói o
A MOR , hoje tão
D esfalecido
E ntre os Homens...

" CAFÉ ADOCICADO COM AMOR "


C ada vez que
A cordamos,
F icamos, ainda que inconscientemente, com a
E sperança de que, em Sonhos, tenhamos

A dentrado por uma Vida
D istante, no outrora, 
O nde sensações boas foram,
C om muito Carinho, 
I  ncluídas em
C ada Momento,
A fastando
D e nós todos 
O s Sentimentos

C ontraditórios, por
O uvirmos os
M urmúrios 

A colhedores das
M emórias que nos
O rientavam, enquanto
R egistravam nossos Caminhos para a Evolução...

" TENTANDO CAMINHAR PELA VIDA COMO FLORES "



T antas
E lucubrações 
N ascendo  de
T antos
A nseios  que
N avegam
D iante dos nossos
O  lhos... Sabendo que, ao

C hegarmos, seremos
A mparados pelos
M istérios da
I  nfância, e pelas
N umerosas
H abilidades trazidas... 
A rriscamos 
R ecuperar Sonhos antigos, e

P artimos para a
E mpolgação de desfrutar uma
L iderança de Vida que, nem sempre, será
A lcançada... Daí, o poder

V ivenciar um
I nfinito
D esalento, por
A creditarmos estar sendo

C astigados, 
O brigando-nos  a
M anipular 
O s Sentimentos e

A fastar as
S ensações... Mas, Retornando aos Sonhos, 

F ortalecemos a
L iberdade, e
O usamos ser como as FLORES que
R evelam  todo o
E ncanto através de  
S uas Cores e de seus perfumes...

" SOMOS FLORES CRESCENDO NO MUNDO "


S ensações
O utras,
M omentos
O utros, que
S e foram...

F ormas
L atentes,
O ndulantes e
R eminiscentes,
E m um Espaço
S ecreto

C heio de
R ituais, e
E speranças que, também,
S e foram... 
C onceitos
E quivocados 
Nascidos no 
D ia a dia de
O utras épocas, que

N ão conseguimos
O cultar na

M emória... Florescemos, graças à
U nião das lembranças que em 
N ossa Vida renasceram, para 
D escobrirmos que poderíamos ter  nova  
O portunidade de nos reinventarmos...

" FOMOS, SOMOS, SEREMOS UM "


F ragmentos de um
O ntem
M omentâneo,
O nde, talvez, tenhamos
S eguido por

S ombrios Caminhos,
O u, então,
M omentos distintos, por
O nde caminhamos
S orrindo... Daí,

S eguirmos, à procura de novos
E ncontros, para
R ecuperarmos o
E ncanto do Amor, em um
M ergulho nas
O ndas singelas da
S erenidade prometida, a fim de nos

U nirmos à Harmonia
M ágica do Universo...

" A CERTEZA DE NÃO TER SIDO AQUILO QUE PENSEI TER SIDO UM DIA "


A gora 
                                                                                                        
C ertamente, só agora,
E ncontrei, em mim, o
R econhecimento das
T entativas vãs para
E xplicar o porquê de não ter
Z elado pelo meu ...
A mor Próprio...

D iferenças apareceram
E ntre o que  

N o ontem fui e o que
A lcancei até aqui.  No
Ontem, fui capaz de viver

S em sequer me
E spantar, ou, até mesmo, me
R ebelar com 

A s escolhas feitas, na Vida...
Q uando  descobri  ser necessário
U nificar o “Eu
I nsano”, de outrora, com o “EU
L iberto”, de agora, não 
O usei...  Pois, foi esse “Eu Insano”

Q ue, através do Tempo, não aceitou
U nir-se a mim, ou mesmo
E ntender a descoberta de um novo “Eu”...

P ena não ter
E ntendido antes, que
N ada iria
S atisfazer-me se
E nveredasse por caminhos, de
I  nfindáveis enganos, sem Amar a mim mesma... Após

Tantos  enganos e 
E ntraves 
R egistrados no passado,

S enti-me
I  nvadida pela
D escontração do
O usar, já que Hoje, a

U nica
M aneira que encontrei,

D e lidar com as minhas 
I  ncertezas  de ontem, foi aceitar o “EU Liberto” e
A conchegar-me no Amor que lhe dedico...