F eliz por conseguir
A braçar o meu Universo
L etárgico, adormeci...Um
A corde distante despertou-me, e, a
N ecessidade, de
D escobrir por
O nde
C omeçar a procurar a nossa
O rigem surgiu, junto com o desejo de
M erecer a atenção dos
O lhos angelicais que, ao longe,
S orriam para mim...Tenho
A certeza de que
N inguém poderá me
J ulgar por acreditar naqueles
O lhos que me trouxeram a
S erenidade...
A tenção , é preciso , no
I mprevisível
M elindre da
P ossessividade , que se
A podera da nossa avaliação , ao
R etermos um
C onhecimento próprio ,
I mpedindo-nos de
A ceitar a
L isura
I mediata , que
D eve estar presente , ao
A nalizarmos as
D iferenças das
E scolhas individuais ...
A lém de
C arregar a memória ,
O stensivamente
R ecorrente ,
A nte cada
G rande
E xperiência
M arcante da Vida ,
D eixamos de
A ntever a descoberta de
O nde se encontram as
U ltimas colocações
S arcásticas , que
A ntecedem o
D escobrimento de frases
I mpertinentes e
A rgutas...
A rraigada
E m nós , como um
S uave perfume , fazendo-nos
S onhar com a
Ê nfase de
N ossas
C onquistas , representa a
I mortalidade de nossa
A lma...
D istante da
A quiescência dos
M uitos caminhos com
E scolhas a serem feitas , sendo
M uitas delas
O lvidadas , e outras tantas
R ecuperadas , sempre , com a
I ndagação de não terem sido ,
A ntes , lembradas ou resgatadas...
A quelas sensações ,
Q uase
U nicas na
I ntimidade de uma criança , como
E ncanto , alegria e
T ernura ,
U nem-se às
D úvidas e às
E scolhas , que um
D estino vigilante
O ferece... A partir de então ,
S inais
I nstintivos de
L iberdade
E ncontram
N os
C aminhos diversos , pela Vida
I ndicados , a ostensividade da
O utra parte a ser desvendada nos Sonhos ...
A ceitando
I niciar uma caminhada pelo
M undo , com o único
O bjetivo de tentar
R ecuperar o nosso “ EU ” em sua
T otalidade..... Há muito ,
A braçamos o ideal da
L iberdade
I nfinita , e , pressupomos ter o
D ireito de
A lcançar o tão almejado
D esejo de sermos ,
E ssencialmente , IMORTAIS...
C omo é possível , em certas
O casiões , ocultar a
N ecessidade de fugir , ao
S entir o
T ratamento repulsivo de uma
R ecusa
A rdilosa ?
N ecessidade haveria de
G enerosidade e
I mpetuosidade ,
M escladas ,
E nriquecidas pela
N ecessidade de
T rocar o
O dio pelo Perdão ...
E nvolvida em
N uances a Vida segue ,
C heia de cores e
A rroubos , próprios de uma
N atureza preciosa...
T raz , para todos
A queles que coseguem ver , as
M atizes de um
E ncanto que se
N ega a passar desapercebido , ou
T erminar sem sequer mostrar por
O nde passou...
T ratamos a Vida
E squecendo que o
N ADA é apenas o que não foi
T rabalhado com
A mor e
R econhecimento...
E le é revisto nos
V alores
E m que
N ossos
C onhecimentos anteriores
E ncarregam-se de mostrar , para
R ealizarmos O TUDO...