G esto inconstante na
R aça Humana, tão distante do
A calanto de serenidade e
T ernura que deveria permanecer no
I nterior de cada um de nós... Sentimento
D iáfano , permitindo
A rroubos de
O utras sensações...
E ternamente ,
G ratos devemos ser, por toda a Vida
R egistrada em nossa Mente ,
A ceitando o que nos é trazido , e
T udo o que trouxemos , para doar
I ndistintamente ,
D escobrindo a
A legria , ao ver que estamos
O nde desejávamos conseguir estar...
A fastando-se da
L etargia ,
M ovimenta-se lembrando
A sensualidade de Vidas que
F lutuam no
E spaço com uma
L entidão
I ncontestável , que
N ada sofrem , ao
A lcançarem , Incólumes , o Solo...
H abilmente , começam
A fazer aparecer letras ,
R epletas de sons
M usicais ,
O nde , até então ,
N ada se ouvia ,
I mpulsionando , com
A mor , tudo o que
D entro do silêncio se
E scondia... O outro ,
M ergulhado na
A nsiedade de
O uvir todos as bulhas ,
S inais da fantasia
Q ue lhe foi
U surpada , começa a se
E ncantar com a
F orma de ouvir que lhe
A calenta a Alma ,
L ibertando seus ouvidos
A través daquelas
M ãos repletas de Sons...
V encendo a
I nsana
D ependência de
A ções distintas ,
A o conviver
D ividindo o espaço ,
O nde mais de um deverá
I nstalar-se , é preciso aprender a
S obreviver com compreensão...
S erenidade
E muita Harmonia
M erecem ser incluídas na relação , pois .
E ntre as
G randes imperfeições de caráter ,
O nde mais o Homem se perde ,
I ndependente da confiança dedicada a
S i mesmo , existe o “ EGOCENTRISMO “ que
M escla prepotência com
O rgulho , precisando ser extinto...
A paziguando minha
S ofreguidão ao sentir a
A proximação de uma
B risa suave , trazendo
E sperança em vez de
D esilusão , pude sentir que
O ntem não fui capaz de
R econhecer as
I ntuições que me
A calentavam ... Mas , as
D úvidas de Hoje , entre o
O uvir e o Falar ,
M ostraram que
E u poderia
U tilizá-las no sentido de que
S e manifestassem
I ntensamente ,
L iberando , com muita
Ê nfase , a
N ecessidade do
C alar diante da
I ncapacidade do não saber
O uvir ... Repentinamente , novas
I ntuições surgiram , como a
N uvem de um grande
T ornado , a
E spera de serem
R econhecidas , para então
I ntegrarem
O meu Silêncio com a
R enovação do meu “Eu”...
A legria
S empre presente ,
S em ser preciso
E scolher , para ver ou ouvir , as
M elhores , pois , todas são
E ntusiasmadas e Empreendedoras...
N ascidas e criadas com
Ternura , pela Mãe Semente , proliferam ,
I ndefinidamente ,
N as criações , com as
H abilidades criativas , seja
A rtesanal ou
S ensitiva...
D escontraídas ,
E ncontram , sempre , a
G ratidão necessária pela
A prendizagem , unindo suas
I dentidades ao
A mor pela escolha feita...
A lém , acompanhando a Luz , vejo a
U nião das Sensações de
T odos os meus Sonhos ... Lá ,
O nde está o que não vou , sequer ,
P oder alcançar , percebo um
I mpulsionar dos meus desejos , que
A pressará o meu Caminhar...
S eguindo um sonho ,
E ncontrou
M aravilhas
E speciais
N os COMPONENTES da
T ERRA ... óleos e plantas a serem
E mpregados em
S hampoos e Sabonetes
D esejando crescer
E scolheu o nome
G AIA , deusa da Natureza , para
A presentar sua
I deia e
A braçar o Mundo...
O nde estarão as
M arcas trazidas através da
E ternidade por caminhos que foram
R efeitos ? ... Há uma
E stranha sensação de que as
C onhecemos , enquanto tentamos
I gnorá-las ... Mas , a
M emória reage , e
E stabelece na Mente a
N oção de que somos capazes de
T razê-las , para mostrarem que
O utrora fomos merecedores ...
A BANDONE O
S olo para curtir
A crobacias
S ensacionais , longe do
D ia a dia...
A faste o
M EDO , e , deixe-se levar ,
A ceitando
N avegar em pleno abandono , sem
T emer o silêncio
I ntenso de uma
Q uietude
U nica , encontrada em um
E spaço Infinito...
I mpossível será prever a emoção ao
R etornar , pois , ao reencontrar os pés de
A ndarilho , certamente , o Sonho irá Terminar...
VOLTE , NÃO PARE DE VOAR
O lhe atentamente ,
V ivencie
A beleza que ,
L entamente , vai colidindo com
O s seus Olhos , e
R efletindo a capacidade
D o seu poder de
A dmiração... Assim , encontrará tudo
A quilo que o Artista tentou
R epresentar , ao se defrontar com
T urbulência , ou ternura , em uma Alma
E mbevecida com a Criação...