" INSANIDADE MUNDIAL "

                                                                                                                          



I nconstantes
N o  questionamento  da
S abedoria...
A rrogantes 
N o  uso  da  OUSADIA ,
I mprevisíveis  e
D iabólicos 
A o  tentarem  esconder  a
D icotomia  de  suas  mentes
E ntorpecidas , em  um
                                 

M undo  que  se  desintegra... por
U so  de  CRUELDADE  com  a  
N atureza  que  agoniza ,  pela
D estruição  de  seu  viço... 
I NSENSIBILIDADE  do  Homem , o    
A lgoz  de  um  mundo  carente  de
L uta  pela  Justiça...  

" TRANSFORMANDO PARA NOS ENCONTRARMOS "


T razemos a Alma em um
R ecipiente  repleto  de
A dornos
N aturais... Mas ,
S ensações  diversas  desfilarão , como
F antasias  diante  dos  nossos
O lhos , despertando
R enovadoras
M udanças
A o  longo  da  Vida...
N ada  será  capaz
D e  adulterar  as
O pções , ainda  que mais cedo

P ostergadas ,
A o  conseguirmos
R estaurar , passo a passo,
A s  imagem  com que  os 

N ossos
O lhos  foram  capazes  de
S atisfazer-nos...

E nfrentando , com garra ,
N ossos  medos
C onseguiremos
O rdenar  todas  as
N ossas  escolhas ,
T rabalhando-as co
R esponsabilidade , 
A ltivez , dignidade  e , antes de tudo ,
R espeito  para  podermos
M ostrar  ao  nosso  verdadeiro “EU”
O que  conseguimos
S ER nessa  Nova Jornada...

" AS REMINISCENCIAS "



A nsiedade  ou
S audade , ao

R elembrar  com
E ncantamento  uma
M eninice  cheia  de
I mpertinências , sem  
N oção  da  
I nsistência  do 
S eu  lado  encapetado ?... Em
C ada  um  dos  imaginários
E ncontros  com  a
N aturalidade  daquela
C riança , que  para  trás  ficou , 
I nterroga-se  com o  quanto  de
A rrogância   e  solidão ela , também , 
S e  imaginou...

" SILENCIANDO A REVOLTA "



S omos seres 
I mprevisíveis  cuja
L ealdade  é  capaz  de
E svair-se  
N as  inúmeras  
C ircunstâncias da Vida...
I nconstantes  ao  tentarmos
A dotar  uma
N eutralidade , que  se
D eteriora  facilmente , se não
O btemos  aquiescências...  Tudo

A quilo  que  desejamos  passa  a

R epresentar   mágoas , não
E sclarecidas , quando
V ivenciamos  que ,
O utrora , as
L utas  não  eram 
T ratadas  como  se  
A frontas  fossem...eram  Lutas  pela Vida...

" NÃO QUERO MUDAR "



N asci  com  a
à nsia  de
O Mundo  transformar...

Q uando  cheguei ,  nem
U nião , nem   Amor , nem
E sperança  fui capaz  de  encontrar ...
R ecordando  de
O nde  vim ,

M antive
U m  único  
D esejo , ensinar  ao  Mundo  o
A ndar  sem
R astejar... preservando  a  INOCÊNCIA...



                        

" UM GRITO NO SILÊNCIO "


U tilizamos  um
M omento  de

G ratidão  para  podermos
R ecuperar   a
I ntensidade  de  um
T empo
O lvidado... Quando

N ossos
O llhos  passam  a

S entir   a
I nvisibilidade  das  imagens ,
L entamente , passamos  a  dar
Ê nfase   ao
N avegar  ambíguo  do  SOM  que
C ontrolará , com  a  sua  ausência  ,  um   
I nstante  único   no  vazio  que
O rigina  a  quietude... 



" LIBERTANDO O QUE TRAGO N'ALMA "



L entamente ,  dou
I nício  a  emancipação da
B eatitude ,
E xistente  nos
R ecantos  em  que  
T ramitam  sensações  que  só 
A tingem  sua  plenitude 
N a  vida eterna , tentando
D espertar-lhe 
O impulso  de

O rientar  a

Q uietude  da
U nicidade
E xistente  em  mim , libertando-a ... Daí ,

T ransmigro  aos 
R ecantos  obscuros ,
A ceitos  como
G estores  de
O utros  sentimentos , mas

N’ada  encontro  para
A crescentar  à
L uz  que  se
M antém       
A gregada  à  Beatitude  que  se  LIBERTA...