V erificando minhas
I ncertezas , passo a
V ivenciar o
E ntendimento de que
N ão possuo sentimentos
D istoantes... Por
O nde passo os olhos ,
S into que ,
E ntre tantos erros ,
M aiores foram as conquistas...
M ortifico-me ,
A lgumas vezes , por ter
G uardado o que
O s outros disseram ao
A creditarem , erradamente ,
S aber tudo sobre mim... quando percebo , já ESQUECI...
Q uem de nós se
U niria
A uma Dor que
N unca poderia ser
D escartada ?...
O nde estaríamos se
A contagem do Tempo
S umisse e
L evasse consigo
A s lágrimas e a
G ratidão pela nossa
R enovação ,
I ntrínsecas na
M emória ?...
A mparados nos
S onhos a cada adormecer
Poderemos
A valiar a
R eceptividade de
T odos os
E ntreveros aqui
M encionados...mesmo sem as lágrimas...
E spero o
N ascer de uma
F orça poderosa que me
R estitua a
E sperança que
N orteou meus passos em outros
T empos , prometendo
A ceitá-la com
N aturalidade , como se uma
D ádiva do
O ntem fosse...
A mparada espero ser
E m caminhos que
S urgirão ao
C onstatar a
U nica verdade que me
R esta ... uma forte
I ntuição sobre a
D iversidade do
A mor que vencerá
O s maus presságios...
V ou divagando ,
I nsistindo em
S onhar com a
I mensidão de um espaço sem
T urbulências , e
A guardo , ansiosa , pelas
N uances alternadas das cores que
D esfilarão , lentamente , diante dos meus
O lhos ... Elas chegam , mas se dissipam , e
A os poucos , dão
S equência a uma
E scuridão profunda que
S ugere o retorno das
T urbulências esquecidas... Eis que
R elâmpagos surgem , deixando-me
E xtasiada diante de uma
L uminosidade intensa que me faz
A ntever os muitos
S óis que tanto queria visitar...mas,me perdi e Despertei...
A o enfrentar o Tempo ,
P rocuramos
R esgatar e
O rganizar
C ulpas ,
U nindo os sonhos às
R ealizações ,
A ntes mesmo
D e compreender
A s escolhas que fazíamos...
N os caminhos escolhidos ,
O nde as conquistas
S oavam , como
S onhos quase impossíveis ,
A gradecíamos...
H oje , é chegada a hora de
A prendermos que nos
R esta
M uito menos do que
O ntem tínhamos , e , que o Tempo
N ão nos retornará o que
I maginávamos ter criado
A o longo da Vida...
A ntes ,
O nde teremos permanecido para
R ecuperar a
I nsensatez de
G raves erros cometidos ,
E ntrelaçados com as nossas
M ágoas e aquiescências ?... Só
D epois de sermos
A mparados , por
O nde procurávamos
R eviver nossas
I ncoerências , é que
G ravitamos em torno da
E sperança que é a
M ensageira da PAZ...
U ns ,
M orrem de Fome ,
M uitos outros ,
U nem-se para
N egar os direitos alheios ,
D esviando
O que de fato não é seu ...
V idas pobres , esperançosas ,
I nterligadas na dignidade , e
V idas opulentas , escravas da
O stentação... O
Q ue nos reserva o Futuro com a
U surpação dos Sentimentos
E xistentes nos mais humildes , ao serem
M aquiados ,
A busivamente , pelos mais poderosos que
T entarão levar , aos desfavorecidos , a Apatia ,
A fim de afastá-los do Desespero de revidar ?...