" RECOMECE, NUNCA DESISTA "
R eviva todos os
E ncantos que
C ompartilhou no
O ntem por
M erecer...
E ncontre-se com a
C erteza de ter, sempre, na
E sperança, uma Companheira...
N ão deixe de
U tilizar, sempre que
N ecessário, sua
C onfiança, para
A colher suas
D úvidas,
E sclarecendo-as
S em o medo de errar...
I nsista em
S uperar seus
T emores,
A fastando-se da derrota, para Vencer...
" O PODER DA PALAVRA "
O nde existirem
P erguntas, até mesmo
O nde existirem
D úvidas, que
E xalem a
R esistência
D e ideias
A rrogantes,
P oderemos
A dotar a
L iberação das letras, para
A trair a
V isão de valores
R enovados que
A s palavras irão espalhar, ainda que em Silêncio...
" NÓS SOMOS FLORES "
N ada poderá
O fuscar nossa Beleza, ou
S uperar o Perfume que exalamos, ao
S eguirmos, pela Vida, com
O passar do tempo, por
M isteriosos caminhos...
O lhos atentos servirão para
S entirmos que a
F elicidade é capaz de
L evar-nos a lugares mágicos,
O nde, talvez, possamos
R eencontrar nosso Âmago, ao
E spreitá-lo enquanto
S onhamos...
" GRATIDÃO PELO SILÊNCIO DA SOLIDÃO "
G ENEROSIDADE que se
R enova, ao
A catar uma
T ernura
I nevitável, após
D escobrir o que me
A gita a Alma...
O BSERVAÇÃO DO
P ODER DO PENSAMENTO ao
E ncontrar na
L ealdade, através da
O usadia,... a
S ENSAÇÃO DE
I ndescritível clarão, de uma
L uz que se inflitra em mim,
E nquanto descubro,
N os escuros
C aminhos da
I nsanidade, a
O brigação de
D esvendar as
Aflições do Espírito...
S ERENIDADE por
O uvir, com
L ucidez, a Voz
I nterior
D esejando que eu
A lcance, apenas,
O prazer, AO ESTAR SÓ...
" UMA NOVA CATARSE "
Ú ltima ?, talvez não...
M as, das mais
A ntigas, com
M as, das mais
A ntigas, com
N ovas lembranças de
O utrora, ontem
V ividas
A través dos queridos...
O utrora, ontem
V ividas
A través dos queridos...
C onsiderações
A fetivas,
T antas vezes
A fastadas, sendo
R econhecidas com mais
S erenidade, para poder
E ternizá-las, ao serem compreendidas...
A fetivas,
T antas vezes
A fastadas, sendo
R econhecidas com mais
S erenidade, para poder
E ternizá-las, ao serem compreendidas...
" O DESABROCHAR DA VIDA "
O que nos
leva a
D uvidar que já
E stivemos,
nos
S onhos, em
outro lugar?...
A fastamos a
B eleza das
R ecordações
que
O s
devaneios nos fazem
C hegar,
ignorando a
H armonia
com que nos
A calentam
em um mágico
R itual...
D istantes,
por não serem lembradas,
A s
experiências, que pelo pensamento
V ivenciamos, perdem-se, quase que
I
nstantaneamente, quandoD espertamos para dar
À Vida continuidade...
" A VIDA É UM CASTELO DE AREIA QUE SE DESFAZ "
A mortecida em uma
V ivência
I nstintiva,
D escobri que é necessário
A cordar, para me deixar
I nstintiva,
D escobri que é necessário
A cordar, para me deixar
E nvolver pela
U nião de todos os
M omentos vividos, e ser
M omentos vividos, e ser
C apaz de
A creditar nos
S onhos que chegam,
T ransportando-me ao
E nfrentamento com o meu “EU”,
L iberando-me de um
Ó dio inconsciente, e
A creditar nos
S onhos que chegam,
T ransportando-me ao
E nfrentamento com o meu “EU”,
L iberando-me de um
Ó dio inconsciente, e
D espertando,
E m mim, um
A mor Puro que irá
R eaquecer as
E m mim, um
A mor Puro que irá
R eaquecer as
E ntranhas, ainda
I nalcançáveis, da minha
A lma...
I nalcançáveis, da minha
A lma...
Q uisera, mais adiante, poder
U nir-me à Luz da
E volução,
S em permitir que o
E ncanto dessa fantasia
D estrua meus sonhos...
E seguindo, ainda, mais além,
S aber
F ortalecer a
A utenticidade do meu
Z elo pela Vida...
U nir-me à Luz da
E volução,
S em permitir que o
E ncanto dessa fantasia
D estrua meus sonhos...
E seguindo, ainda, mais além,
S aber
F ortalecer a
A utenticidade do meu
Z elo pela Vida...
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