D iferentemente de todos
O s SENTIMENTOS
Q ue permanecem,
U nificados no cérebro,
E ntre os Homens,
S ão diversificadas as
E MOÇÕES que,
R aramente, se
A ssemelham...
O s SENTIMENTOS, mais
S uperficiais e
E fêmeros, podem
R egistrar igualdades nos
H omens... Já,
U ma EMOÇÂO é primitiva, perdura,
M ostrando que
A Sensação do Saber
N ao pode deixar de ser sentida nem
O lvidada... Ainda que
C arente, o Homem não aceita que
A s suas EMOÇÕES
P ossam ficar para trás,
À procura de novos
Z elos... Ainda que
D istantes,
E las se apresentarão como
R ecentes, por serem
E speciais...
A inda que,
L ibertas, elas serão
I mprevisíveis em suas
Z angas... Não são os SENTIMENTOS, mas
A s EMOÇÕES que permanecem
R egistradas no Espírito...
A tual, mas muitas vezes
O bscuro, nosso
P oder de
O rdenar,
D estaca as
E scolhas
R ecentes dos
S ENTIMENTOS que se encontram
E ntregues à
N ecessidade de serem
T raduzidos, após a
I mpregnação de tudo que
R ecebemos desse Mundo...
Q uando
U nimos o
E mbevecimento dessa
S ensação, que se
E ntrelaça com a
E mpatia de
M omentos
O utros,
C omungamos
I deais, mas,
O cultamos
N ossas escolhas,
A ntagônicas aos SENTIMENTOS...
" O NADA LEMBRAR DA ESPIRITUALIDADE "
O lvidamos, ao reviver,
N umerosos
A prendizados,
D estinados
A os Caminhos de um
L ivre Arbítrio, em que as
E scolhas serão feitas
M ediante conhecimentos que
B rotem dos
R esquíscios de
A ntigas Lembranças a serem
R evividas, ou não,
D e antigas Jornadas, para nos levar
A os Acertos... Esse NADA LEMBRAR,
E ntorpece a Alma, e, é compreensível,
S e imaginarmos o quanto seria
P esaroso trazermos as
I mpressões que temos
R egistradas, em nossos Espíritos,
I mpregnados pela
T urbulência de erros passados... É a
U tilização, pela Erraticidade, do
A prendizado que nos acorda e nos
L iberta de uma
I ndividualidade que
D estrói o
A MOR , hoje tão
D esfalecido
E ntre os Homens...
" CAFÉ ADOCICADO COM AMOR "
C ada vez que
A cordamos,
F icamos, ainda que inconscientemente, com a
E sperança de que, em Sonhos, tenhamos
A dentrado por uma Vida
D istante, no outrora,
O nde sensações boas foram,
C om muito Carinho,
I ncluídas em
C ada Momento,
A fastando
D e nós todos
O s Sentimentos
C ontraditórios, por
O uvirmos os
M urmúrios
A colhedores das
M emórias que nos
O rientavam, enquanto
R egistravam nossos Caminhos para a Evolução...
" TENTANDO CAMINHAR PELA VIDA COMO FLORES "
T antas
E lucubrações
N ascendo de
T antos
A nseios que
N avegam
D iante dos nossos
O lhos... Sabendo que, ao
C hegarmos, seremos
A mparados pelos
M istérios da
I nfância, e pelas
N umerosas
H abilidades trazidas...
A rriscamos
R ecuperar Sonhos antigos, e
P artimos para a
E mpolgação de desfrutar uma
L iderança de Vida que, nem sempre, será
A lcançada... Daí, o poder
V ivenciar um
I nfinito
D esalento, por
A creditarmos estar sendo
C astigados,
O brigando-nos a
M anipular
O s Sentimentos e
A fastar as
S ensações... Mas, Retornando aos Sonhos,
F ortalecemos a
L iberdade, e
O usamos ser como as FLORES que
R evelam todo o
E ncanto através de
S uas Cores e de seus perfumes...
" SOMOS FLORES CRESCENDO NO MUNDO "
S ensações
O utras,
M omentos
O utros, que
S e foram...
F ormas
L atentes,
O ndulantes e
R eminiscentes,
E m um Espaço
S ecreto
C heio de
R ituais, e
E speranças que, também,
S e foram...
C onceitos
E quivocados
Nascidos no
D ia a dia de
O utras épocas, que
N ão conseguimos
O cultar na
M emória... Florescemos, graças à
U nião das lembranças que em
N ossa Vida renasceram, para
D escobrirmos que poderíamos ter nova
O portunidade de nos reinventarmos...
" FOMOS, SOMOS, SEREMOS UM "
F ragmentos de um
O ntem
M omentâneo,
O nde, talvez, tenhamos
S eguido por
S ombrios Caminhos,
O u, então,
M omentos distintos, por
O nde caminhamos
S orrindo... Daí,
S eguirmos, à procura de novos
E ncontros, para
R ecuperarmos o
E ncanto do Amor, em um
M ergulho nas
O ndas singelas da
S erenidade prometida, a fim de nos
U nirmos à Harmonia
M ágica do Universo...
" A CERTEZA DE NÃO TER SIDO AQUILO QUE PENSEI TER SIDO UM DIA "
A gora
C ertamente, só agora,
E ncontrei, em mim, o
R econhecimento das
T entativas vãs para
E xplicar o porquê de não ter
Z elado pelo meu ...
A mor Próprio...
D iferenças apareceram
E ntre o que
N o ontem fui e o que
A lcancei até aqui. No
Ontem, fui capaz de viver
S em sequer me
E spantar, ou, até mesmo, me
R ebelar com
A s escolhas feitas, na Vida...
Q uando descobri ser necessário
U nificar o “Eu
I nsano”, de outrora, com o “EU
L iberto”, de agora, não
O usei... Pois, foi esse “Eu Insano”
Q ue, através do Tempo, não aceitou
U nir-se a mim, ou mesmo
E ntender a descoberta de um novo “Eu”...
P ena não ter
E ntendido antes, que
N ada iria
S atisfazer-me se
E nveredasse por caminhos, de
I nfindáveis enganos, sem Amar a mim mesma... Após
Tantos enganos e
E ntraves
R egistrados no passado,
S enti-me
I nvadida pela
D escontração do
O usar, já que Hoje, a
U nica
M aneira que encontrei,
D e lidar com as minhas
I ncertezas de ontem, foi aceitar o “EU Liberto” e
A conchegar-me no Amor que lhe dedico...
Assinar:
Postagens (Atom)






