" CANTOS E CONTOS " (do início de cada Ser)
C omo se dá, no Mundo, o início de cada Ser?
A lguns embalados pelo Amor, outros pela Dor,
N a hora da Concepção...
T odos são amparados e envolvidos em
O ndas de Ternura durante a Gestação, até
S erem despertos neste Mundo de Expiação...
E ntre novos companheiros, escolhidos ou não,
C omeçarão Puros e Inocentes,em nova jornada,
O nde o Ontem do Hoje será o Amanhã...
N ova Vida, reparando Vidas Anteriores, e,
T entando construir as Vidas Futuras, que
O utrora programaram, para
S erenamente, poderem ser todos em “UM“...
"TOLERAR DIFERE DE ACEITAR"
T ratando com um
O lhar,
L ivre de
E nfrentamentos, mas
R etendo, ainda, as
A marras mentais, que
R epresentam as culpas,
D espertamos um
I nterior, que não
F ornece o
E sperado
R espeito,
E ntre
D ois indivíduos
E stranhos... ERRAMOS
A creditando na
C erteza de um
E ntendimento,
I
ndispensável, ao
T razer, para si,
A visão
R eal do outro...ACERTAMOS
"AH! SE TODO SORRISO DO FACE FOSSE VERDADE"
A ambição de se
H armonizar,
S egue a
E moção, na
T entativa de
O cultar as
D esditas, que
O rbitam ao redor...
S utilmente, faz
O pção por uma
R ealidade
R emodelada, pelo
I nstinto de
S obrevivência que
O scila...
D istante, lá
O nde o
F racasso
A guarda,
C almamente, por não ser
E scolhido, a
F elicidade
O usa chegar,
S orrateiramente, para
S ó aparecer no FACE,
E se estabelecer como
V erdadeira... E ssa é a falsa
R ealidade
D os nossos dias,
A ceitando o
D ireito de
E sconder a Tristeza...
H armonizar,
S egue a
E moção, na
T entativa de
O cultar as
D esditas, que
O rbitam ao redor...
S utilmente, faz
O pção por uma
R ealidade
R emodelada, pelo
I nstinto de
S obrevivência que
O scila...
D istante, lá
O nde o
F racasso
A guarda,
C almamente, por não ser
E scolhido, a
F elicidade
O usa chegar,
S orrateiramente, para
S ó aparecer no FACE,
E se estabelecer como
V erdadeira... E ssa é a falsa
R ealidade
D os nossos dias,
A ceitando o
D ireito de
E sconder a Tristeza...
" O LEGADO DOS QUE NÃO TEMERAM É A GARRA"
L embrança que permanecerá para
E nviarmos, em algum momento, nossa
G ratidão a todos
A queles que, sem medo,
D estemidos foram?...
O nde poder encontrar o
D espertar de todos
O s Sonhos que
S obreviveram, daqueles
Q ue, um dia,
U niram forças
E m prol da LIBERDADE?...
N em mesmo um
A nimal poderá acalmar
O s inúmeros
T ormentos, caso
E nvolva sua
M ente no
E squecimento,
R ecolhendo e
A fastando os
M omentos
E nfrentados por
A queles que ousaram
G ritar por IGUALDADE... Pois,
A Vida que escolheram,
R ecorrendo, sem medo, à sua VOZ GUERREIRA,
R ecuperará a dignidade
A lheia...
" AS CORES NA ARTE"
Minha Homenagem à ARTE de Iliene Romani
A LCANÇANDO uma certa
S utileza, seguem as
C ores, fazendo com que
O lhos atentos
R eflitam uma
E xperiência repleta de
S ensações múltiplas...
N ada mais harmonioso e
A bençoado do que UMA
A RTE que se expressa no
R esplendor de
T raços pálidos,
E vivacidade DE CORES...
"MEDO, POR NÃO TER PERDIDO O MEDO"
M aneira
E stranha
D e lidar com
O s resquícios de recordações,
P ara conseguir
O cultar a
R esponsabilidade, que
N egada foi, por
A catar
O desejo de
T razer Paz,
E nsejando o
R etorno do
P oder consciente de
E scolha... A
R ealidade, no entanto,
D iferente da
I ntenção, que
D esaparece, aos poucos,
O briga
O entorpecimento do
M ilagre desejado,
E ncarcerando-o
D entro de
O utras derrotas, a serem vencidas...
" ABANDONANDO A ILUSÃO DO MEDO, PARA ACEITAR O AMOR COMO GUIA DO INTERIOR "
A fastando a
B enevolência com
A ânsia de ajudar aos
N aufrágios alheios, e
D iante da
O portunidade,
N ascida do poder de
A menizar todas as
N ovas culpas e os temores
D istantes,
O bteremos um
A MOR INCONDICIONAL...
I ntimidando o Medo, que habita
L ugares nunca antes alcançados, de
U m Interior esquecido, surgirão
S ensações diversas que
A cordarão, vindas de
O utros Caminhos,
D istantes e esquecidas, no
O ntem, não parecendo
M erecer ali estarem, por não terem sido
E xperimentadas com o
D iscernimento necessário a sua
O stentação...
P artindo,
A gora, para outras
R ealizações, descobriremos
A capacidade atual de
A ceitar a existência da
C arência de Amor, em um
E spaço abandonado, pela
I ncoerência, no passado, ao ser
T ratado com indiferença...
A creditando, então, na
R egeneração, poderemos
O lhar, mais
A lém, como
M erecedores de um
O bjetivo
R eal que
C onduzirá à
O pção de
M omentos
O utros, para nos
G uiar através de um
U niverso
I nexplorado... Ao
A ceitarmos essas
D ivagações, que se fazem
O uvir na mensagem que envolve o
I nterior, percebemos, com
N itidez, que ele precisa ser
T ratado com muita brandura...
E staremos, assim,
R edescobrindo uma
I ndividualidade que,
O utrora, talvez, não tenha sido
R eceptiva ao Amor desejado ...
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