A parição de
A rroubos que
B rotam ,
S ôfregos ,
T razendo a
I mpertinência , no
N éctar do
Ê stase , para o
N orteio de um
C orpo ,
I nteiramente
A bandonado...
S omos rebeldes nos
E scuros
R ecantos de uma
E ntidade
S ecreta...
Q quase
U nicos ,
E ntre
S eres
O utros , que
F azem da
R ebeldia um
E mblema da
M istificação...
F eliz por conseguir
A braçar o meu Universo
L etárgico, adormeci...Um
A corde distante despertou-me, e, a
N ecessidade, de
D escobrir por
O nde
C omeçar a procurar a nossa
O rigem surgiu, junto com o desejo de
M erecer a atenção dos
O lhos angelicais que, ao longe,
S orriam para mim...Tenho
A certeza de que
N inguém poderá me
J ulgar por acreditar naqueles
O lhos que me trouxeram a
S erenidade...
A tenção , é preciso , no
I mprevisível
M elindre da
P ossessividade , que se
A podera da nossa avaliação , ao
R etermos um
C onhecimento próprio ,
I mpedindo-nos de
A ceitar a
L isura
I mediata , que
D eve estar presente , ao
A nalizarmos as
D iferenças das
E scolhas individuais ...
A lém de
C arregar a memória ,
O stensivamente
R ecorrente ,
A nte cada
G rande
E xperiência
M arcante da Vida ,
D eixamos de
A ntever a descoberta de
O nde se encontram as
U ltimas colocações
S arcásticas , que
A ntecedem o
D escobrimento de frases
I mpertinentes e
A rgutas...
A rraigada
E m nós , como um
S uave perfume , fazendo-nos
S onhar com a
Ê nfase de
N ossas
C onquistas , representa a
I mortalidade de nossa
A lma...
D istante da
A quiescência dos
M uitos caminhos com
E scolhas a serem feitas , sendo
M uitas delas
O lvidadas , e outras tantas
R ecuperadas , sempre , com a
I ndagação de não terem sido ,
A ntes , lembradas ou resgatadas...
A quelas sensações ,
Q uase
U nicas na
I ntimidade de uma criança , como
E ncanto , alegria e
T ernura ,
U nem-se às
D úvidas e às
E scolhas , que um
D estino vigilante
O ferece... A partir de então ,
S inais
I nstintivos de
L iberdade
E ncontram
N os
C aminhos diversos , pela Vida
I ndicados , a ostensividade da
O utra parte a ser desvendada nos Sonhos ...