A nsiedade ou
S audade , ao
R elembrar com
E ncantamento uma
M eninice cheia de
I mpertinências , sem
N oção da
I nsistência do
S eu lado encapetado ?... Em
C ada um dos imaginários
E ncontros com a
N aturalidade daquela
C riança , que para trás ficou ,
I nterroga-se com o quanto de
A rrogância e solidão ela , também ,
S e imaginou...
S omos seres
I mprevisíveis cuja
L ealdade é capaz de
E svair-se
N as inúmeras
C ircunstâncias da Vida...
I nconstantes ao tentarmos
A dotar uma
N eutralidade , que se
D eteriora facilmente , se não
O btemos aquiescências... Tudo
A quilo que desejamos passa a
R epresentar mágoas , não
E sclarecidas , quando
V ivenciamos que ,
O utrora , as
L utas não eram
T ratadas como se
A frontas fossem...eram Lutas pela Vida...
N asci com a
à nsia de
O Mundo transformar...
Q uando cheguei , nem
U nião , nem Amor , nem
E sperança fui capaz de encontrar ...
R ecordando de
O nde vim ,
M antive
U m único
D esejo , ensinar ao Mundo o
A ndar sem
R astejar... preservando a INOCÊNCIA...
U tilizamos um
M omento de
G ratidão para podermos
R ecuperar a
I ntensidade de um
T empo
O lvidado... Quando
N ossos
O llhos passam a
S entir a
I nvisibilidade das imagens ,
L entamente , passamos a dar
Ê nfase ao
N avegar ambíguo do SOM que
C ontrolará , com a sua ausência , um
I nstante único no vazio que
O rigina a quietude...
L entamente , dou
I nício a emancipação da
B eatitude ,
E xistente nos
R ecantos em que
T ramitam sensações que só
A tingem sua plenitude
N a vida eterna , tentando
D espertar-lhe
O impulso de
O rientar a
Q uietude da
U nicidade
E xistente em mim , libertando-a ... Daí ,
T ransmigro aos
R ecantos obscuros ,
A ceitos como
G estores de
O utros sentimentos , mas
N’ada encontro para
A crescentar à
L uz que se
M antém
A gregada à Beatitude que se LIBERTA...
E nfrentando os
S inais de
C ulpa , juntamente com
O saber de
N ada conseguir fazer para
D estruí-los , tentamos
E nganar a mente que
N ecessita de antigos
D etalhes para que se
O riente e descubra o Medo...
O cultos
M erecimentos permanecem à
E spreita de outros
D evaneios para abandonarem a
O bscuridade descoberta...
N ão consigo imaginar
O nde chegar , e a quem poderei alcançar ,
A o deixar minhas escritas... talvez ,
G arranchos de Poesia , que me parecem
O scilantes , mas imprescindíveis , ao
R asgarem e intimidarem
A s entranhas de uma
P repotência tão presente...
E ntregando-me aos caprichos , vivos
N a minha imaginação , que tentam
S erenar-me a Alma ,
A calentando uma quietude
N ecessária ao
D esempenho de
O utras realizações , percebi que...
N enhuma Sensação conseguirá
O brigar-me a
A bandonar , sem culpa , o
L iame que persiste
E ntre meu Espírito e tudo aquilo que
M anipulo com as Letras...