V encendo o que existe
E ntre os opostos
N ada e Tudo , descobriu a
D ualidade entre o VER COM os
O LHOS e o OBSERVAR COM
A ALMA... Ao
S entir , sem ver , demonstrou o Poder de
C riar espaços
O nde poderia fazer
R efletir uma luminosidade
E térea...
S audando tudo o que
C onseguiu descobrir dos
O postos , fez com que pudesse
M anipular , de forma
A rdorosa
A s possibilidades de
L idar com a cegueira...
M as , o mais importante foi ter
A LCANÇADO as CORES , ATRAVÉS da ALMA...
E ntre tantos ,
N ós somos UM...
E ntre tantos , ao meditarmos ,
R esplandecemos exalando
G RATIDÃO... Seguindo com
I dentidade aguçada
A nte tanta beleza ,
C ontinuamos flutuando e
O bservando o Espaço
S ideral , até nos
M esclarmos e nos
I ntegrarmos
C om o UNIVERSO , sendo
A traídos pelas semelhanças...
A o envelhecer , percebemos que
V oltamos para lidar com o
E streitamento de nossas
L igações indeléveis com a
H umanidade...
I nicialmente , como
C rianças inocentes e
E sperançosas ...
A o passar o Tempo , percebemos que a
G chega para nos
U nir , através do
A MOR , levando-nos a
R ecordar o que foi
D espertado , em nós, pelo
A calanto do Espaço Sideral...
T rocas Intuidas , em
O casiões inúmeras e
D iversas , durante a Vida ,
O brigam-nos a rever os
S onhos trazidos ...
N ecessária e imprescindível , se faz a
O bstinação no aprendizado , para
S eguirmos , adiante , sem Medo de Envelhecer...
O ndas ,
S onoras e
O casionais ,
M usicadas à
D istância , por
O ndulações
S ensíveis a uma
I nstintiva
L entidão , dando
Ê nfase ao
N avegar solitário e
I lusório do SABER em
C ada momento do
O UVIR que vai se distanciando...
I ndagação é necessária ao
N egociarmos o nosso
T emor , pois , ele nos faz acreditar que o
O rgulho inexiste em nós... Se a
L ealdade aos nossos princípios for
E xpressada como se perfeitos fôssemos ,
R esta-nos compreender que não somos a
 ncora de um barco que
N avega em águas
C almas , permitindo-nos a
I lusão de uma
A lma íntegra a nos pertencer...
O OUTRO é , sempre , visto
C omo aquele que se
U tiliza das
L ágrimas alheias para
T entar
A primorar suas maldades ,
E naltecendo sua
M aneira
Cruel de lidar com o Mundo... Mas,
A cada passo dado na
D escoberta do nosso “ EU ‘’ , vamos
A prender que nos
U tilizamos do outro para não nos
M elindrarmos com AQUELE QUE SOMOS...
Q ueremos , sempre , mais
U m forte abraço de
A DEUS...
N ada nos
D istância daqueles que
O ntem , por nós foram
B astante queridos... Um
A calanto de
T anto AMOR que
E les nos dedicaram
A parece agora como
S AUDADE...
A ntes , em uma
U nião
D esfrutada com carinho ,
A gora , em uma LEMBRANÇA
E TERNA a espera do Reencontro....
O lvidamos o
S er Humano que nas
E ntranhas
R ecolhido permanece...
O lvidamos que a
T ERNURA
E nobrece mesmo sem as
R iquezas que tanto
E mpolgam...
O lvidamos ,
A inda , que a
G ratidão é capaz de
R efazer
A Força que se
D uvida ter , para que ,
E ntão , possamos
C oncluir nosso
E nriquecimento no
R eviver...