E steriótipo de uma
S ombra
C riada, que surge
A pós terem sido apreciadas, em
S onhos, as sensações de
S erenidade,
E sperança e
Z elo que trazem a Paz...Sombra que
D estrói toda a
E sperança de que sejam
A lcançados os
M omentos inesquecíveis,
O nde a Felicidade
R einou...
A O LONGO DA VIDA,
E m que entrelaçamos
S ensações e
P romessas, lançadas
E m Searas
R epletas de
A nsiedades,
E ncontramos o
N ascimento de
S entimentos
I mbuidos de uma
N oção plena do que é o
A mor... Se assim for,
C omo poderemos aceitar que o
Ó dio exista, e, esteja presente no
M undo, sem odiar os que
O deiam?... Só se formos capazes de
V er e aceitar nossa
I ncapacidade de reconhecer, ao
V agar por um Caminho repleto de
E sperança, que ALGO NOS DIRECIONA,
R evelando o que está para acontecer...
A lcançou os meus olhos, e, ao
A dentrar o Solo Sagrado das
L ágrimas, resolveu invadir, com
M ãos poderosas, as Pálpebras, após ter
A cordado para a Liberdade...
Q uando percebi estar me deixando
U sar, sendo agredida por essa
E stranha personagem,
S ofri... E, acreditando ter ouvido o som das
E ntranhas, ao desfazer-se o forte
L aço que a prendia, tentei
I mpedi-la de
B radar por Socorro, para não perdê-la... Ao
E xternar minha Agonia, surpresa
R econheci que, há muito, não percebia sua presença...
T ratando-a com mais Carinho, e muito
A mor, passei a conhecê-la melhor, e pude
R eparar a dor que lhe
I nfringia, por obrigá-la a
A ceitar ser Escrava do meu Corpo... ELA NÃO PARTIU...
O nde se esconde a
L UZ que iluminava a
H onra da Palavra Dada?
O nde será possível
S entir uma Mentira
N a negação DA VERDADE?
O nde se encontrarão as lágrimas
S entidas, debulhadas em Lamentos?
O nde estará o lacrimejar discreto da Alegria?
L egados de um Tempo que se foi, permanecem,
H oje, desapercebidos, e, os
O LHOS QUE, Ontem FALAVAM ,
S em Nostalgia, Hoje, PERMANECEM CALADOS...
N a Vida,
O lvidamos
S entimentos, ou
S ensações, em
O utras situações
S urgidas, ao
R eprimirmos, e
E ncobrirmos, com
E stranheza, mas
N aturalmente, em nossas
C onsciências, as
O pções na escolha de Amigos...
N ão por nossa vontade, mas,
T alvez, por precisarmos
R enovar, para aprendermos com
O utras ligações... Mas, Amigos de outras Eras poderão
S urgir, do nada, a cada nova Jornada a ser percorrida...
A vanço pela Vida, e, faço permanecer, em mim, a
L embrança de um Passado distante, que insisto em
M emorizar para não esquecer...
E nriqueço minhas escolhas, como se,
J amais, tivesse duvidado de
A lcançar o que planejava conseguir...
N enhum obstáculo foi sequer considerado,
D entro de um planejamento revisto no distante
O ntem, ao pensar, erroneamente, possuir o Tempo...
A o descobrir minha fragilidade, percebo que
E ncantos, certezas e realizações, algumas
T idas como certas no Passado,
E nfrentaram o Tempo, e se perderam na
R ealidade de um Mundo que já
N ão me permite escolhas...
I mprevisiveis caminhos, tão
D iferentes daqueles que,
A rdentemente , e com tanta garra,
D esejei, se fazem presentes nessa
E ternidade Almejada por mim ...
A s palavras
E xpressam
S entimentos e
S ensações que dão
Ê nfase e
N orteiam toda a
C oerência, na
I dentidade do
A MOR... Porém, se
D ispersas, com letras
O rdenadas apenas pelo
A caso, terminam por
M agoar todos
O s que aguardam pela
R econquista de seus sonhos...