" SE PERMITIRMOS, COM A VELHICE, VIRÁ A HARMONIA "
S OMOS
E STRANHOS
P ARA NÓS MESMOS...
E speramos que, pelo Caminho,
R econheçamos,
M uitas vezes, a
I mpressão
T ardia da
I ncapacidade de
R egistrarmos os
M omentos importantes,
O nde deixamos de ver o
S ignificado verdadeiro e,
C omplexo da Vida... Mas,
O lvidamos, sem perceber, as
M últiplas vezes em que a
A juda nos chegou sem que a
V íssemos, ou, até mesmo,
E ntendêssemos...
L UTAMOS, pensando no
H oje, utilizando nossa
I maginação para nos fazer
C hegar a um Futuro que nos
E ncanta, mas, que por tantas
V ezes, terá um desfecho
I mprevisível...
R esistimos às Sensações que trazem
A gonias, por nos tirarem
A capacidade de reagir à
H umilhação, ao Desespero,
A os reveses da Vida, e, então, a
R evolta apodera-se de nós...
M AS, SE SOUBERMOS TER O
O LHAR, PARA O “SABER VER”
N AVEGAREMOS através dessa
I mprevisibilidade E
A LCANÇAREMOS A PAZ...
" ESCASSEZ DE AMOR "
E steriótipo de uma
S ombra
C riada, que surge
A pós terem sido apreciadas, em
S onhos, as sensações de
S erenidade,
E sperança e
Z elo que trazem a Paz...Sombra que
D estrói toda a
E sperança de que sejam
A lcançados os
M omentos inesquecíveis,
O nde a Felicidade
R einou...
" A ESPERA ENSINA COMO VIVER "
A O LONGO DA VIDA,
E m que entrelaçamos
S ensações e
P romessas, lançadas
E m Searas
R epletas de
A nsiedades,
E ncontramos o
N ascimento de
S entimentos
I mbuidos de uma
N oção plena do que é o
A mor... Se assim for,
C omo poderemos aceitar que o
Ó dio exista, e, esteja presente no
M undo, sem odiar os que
O deiam?... Só se formos capazes de
V er e aceitar nossa
I ncapacidade de reconhecer, ao
V agar por um Caminho repleto de
E sperança, que ALGO NOS DIRECIONA,
R evelando o que está para acontecer...
" A ALMA QUE SE LIBERTARIA "
A lcançou os meus olhos, e, ao
A dentrar o Solo Sagrado das
L ágrimas, resolveu invadir, com
M ãos poderosas, as Pálpebras, após ter
A cordado para a Liberdade...
Q uando percebi estar me deixando
U sar, sendo agredida por essa
E stranha personagem,
S ofri... E, acreditando ter ouvido o som das
E ntranhas, ao desfazer-se o forte
L aço que a prendia, tentei
I mpedi-la de
B radar por Socorro, para não perdê-la... Ao
E xternar minha Agonia, surpresa
R econheci que, há muito, não percebia sua presença...
T ratando-a com mais Carinho, e muito
A mor, passei a conhecê-la melhor, e pude
R eparar a dor que lhe
I nfringia, por obrigá-la a
A ceitar ser Escrava do meu Corpo... ELA NÃO PARTIU...
" OLHOS NOS OLHOS "
O nde se esconde a
L UZ que iluminava a
H onra da Palavra Dada?
O nde será possível
S entir uma Mentira
N a negação DA VERDADE?
O nde se encontrarão as lágrimas
S entidas, debulhadas em Lamentos?
O nde estará o lacrimejar discreto da Alegria?
L egados de um Tempo que se foi, permanecem,
H oje, desapercebidos, e, os
O LHOS QUE, Ontem FALAVAM ,
S em Nostalgia, Hoje, PERMANECEM CALADOS...
" NOSSOS REENCONTROS "
N a Vida,
O lvidamos
S entimentos, ou
S ensações, em
O utras situações
S urgidas, ao
R eprimirmos, e
E ncobrirmos, com
E stranheza, mas
N aturalmente, em nossas
C onsciências, as
O pções na escolha de Amigos...
N ão por nossa vontade, mas,
T alvez, por precisarmos
R enovar, para aprendermos com
O utras ligações... Mas, Amigos de outras Eras poderão
S urgir, do nada, a cada nova Jornada a ser percorrida...
" ALMEJANDO A ETERNIDADE "
A vanço pela Vida, e, faço permanecer, em mim, a
L embrança de um Passado distante, que insisto em
M emorizar para não esquecer...
E nriqueço minhas escolhas, como se,
J amais, tivesse duvidado de
A lcançar o que planejava conseguir...
N enhum obstáculo foi sequer considerado,
D entro de um planejamento revisto no distante
O ntem, ao pensar, erroneamente, possuir o Tempo...
A o descobrir minha fragilidade, percebo que
E ncantos, certezas e realizações, algumas
T idas como certas no Passado,
E nfrentaram o Tempo, e se perderam na
R ealidade de um Mundo que já
N ão me permite escolhas...
I mprevisiveis caminhos, tão
D iferentes daqueles que,
A rdentemente , e com tanta garra,
D esejei, se fazem presentes nessa
E ternidade Almejada por mim ...
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