“P A Z”
O nde pudermos
R eencontrar
U niões perdidas...
M omentos
A legres aos
N ossos
O lhos
N o relembrar... Se
O utrora
V azio, que
O Coração seja
D ilatado pela
E sperança...
N enhuma
T risteza
R emoendo
O dios... Que
D esavenças sejam
E squecidas, e
C aminhem para o
A feto...
D ívidas com a Vida,
A pagadas para
U ltrapassarmos os
M elindres existentes...
D esvinculação do Medo
E m busca de PAZ...
"N AVEGUEMOS PELO UNIVERSO
O BRIGANDO-NOS A
S ERMOS FELIZES"...
" PALAVRAS "
P ara ter o poder de
A calentar com as
L etras, é preciso que o
A mor em lidar com elas seja
V erdadeiro, o que
R equer saber
A colhe-las com
S abedoria, para merecer enviá-las ...
A Pensar...
"Quem disse que as Palavras não fazem Carinho
é porque nunca leu com o Coração" (Naldo Junior)...
" PARA AS MÃES QUE SE FORAM "
P rocurando
A bafar as
R ecordações, mas
A fagando-as, ao mesmo tempo...
A os, tão especiais,
S eres, cheios de
M agia, que nos
A calentaram em suas
E ntranhas, como
S eres pequeninos...
Q ue nos deixaram
U ma SAUDADE
E TERNA, quando partiram...
S audade que nos entristeceu e
E ntorpeceu a sensação de
F elicidade em nossas Almas,
O fuscando nossas
R ecordações, quando vier à
lembrança
A dedicação que sempre se apresentou como um
M istério arrebatador DO AMOR MATERNO...
" QUIMERAS "
Q uando não consigo
U nificar e responder
I ndagações que se
M anifestam, de formas
E stranhas, rebeldes e
R eticentes,
A os meus Olhos
S ôfregos...
" A ALMA SEGUE , MAR ADENTRO , PARA SER LIVRE "
A corda, e, embora
A tenta ao
L ivre arbítrio,
M odera suas escolhas, mas não
A cata a intenção de se
S eparar dos devaneios
E xistentes, embora
G rata por poder
U nir Corpo e Espírito,
E ,nem mesmo,
P rivar-se do
E ncanto da
L iberdade que
O lhos sutis lhe trazem...
M antendo-se sorridente,
À deriva, em ondas
R evoltas, desejando
A lcançar um Mundo
D istante que a
E spera ... Sente que
N ada a impedirá de
T ranspassar os
R ecantos
O fuscados
P elo brilhante
A manhecer, que lhe é
R evelado
À frente dos Olhos..
S ilenciosamente, dá-se um
E ncontro
R epentino com a
L iberdade que lhe era
I mpedida pelo
V iver
R ecluso
E ntre o Corpo e o Espírito...
" PRETENDENDO SER O QUE NÃO FUI "
P revendo uma
R ealidade
E ntediante, agi e
T rapaciei com a
E sperança de
N ascer
D e novo, para me
E ncantar com um
N ovo
D estino,
O nde poderia
S entir-me
E ntregue a uma
R econquista brilhante ...
O rganizei, sem
Q uestionar, a
U nião de
E stranhas
N ormas
A ntagônicas, porém
O portunas, para
F ortalecer minha
U nica vontade
I mperativa... conseguir SER LUZ...
" A NOSSA SOLIDÃO "
A gradecidos, ao descobrirmos que o
N ascimento nos proporcionaria a
O pção de seguir com
S entimentos puros, a
S erem perpetuados, sentimos o
A nseio de tentarmos evoluir...
S ofremos quando, ao caminhar,
O lvidamos a
L embrança
I ndividual do
D oar-se, aceitando o
A ntagonismo entre o
O dio e o AMOR, ao nos sentirmos Sós...
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