"AH! SE TODO SORRISO DO FACE FOSSE VERDADE"

A ambição de se
H armonizar,

S egue a
E moção, na

T entativa de
O cultar as
D esditas, que
O rbitam ao redor...

S utilmente, faz
O pção por uma
R ealidade
R emodelada, pelo
I  nstinto de
S obrevivência que
O scila...

D istante, lá
O nde o

F racasso
A guarda,
C almamente, por não ser
E scolhido, a 

F elicidade
O usa chegar,
S orrateiramente, para
S ó aparecer no FACE, 
E se estabelecer como

V erdadeira...                                                                                                            E ssa é a falsa
R ealidade
D os nossos dias,
A ceitando o
D ireito de 
E sconder a Tristeza...

" O LEGADO DOS QUE NÃO TEMERAM É A GARRA"


O nde guardar a

L embrança que permanecerá para
E nviarmos, em algum momento, nossa
G ratidão a todos
A queles  que, sem medo,
D estemidos foram?...
O nde poder encontrar o

D espertar de todos
O s Sonhos que
S obreviveram, daqueles 

Q ue, um dia,
U niram forças
E m prol da LIBERDADE?...

N em mesmo um
A nimal poderá  acalmar
O s inúmeros 

T ormentos, caso
E nvolva sua 
M ente no
E squecimento,
R ecolhendo e
A fastando os
M omentos

E nfrentados por

A queles que ousaram

G ritar por IGUALDADE... Pois,
A  Vida que escolheram,
R ecorrendo, sem medo, à sua VOZ GUERREIRA,
R ecuperará a dignidade
A lheia...

" AS CORES NA ARTE"


                Minha  Homenagem à  ARTE de Iliene Romani


A LCANÇANDO uma certa
S utileza, seguem as

C ores, fazendo com que
O lhos atentos
R eflitam uma
E xperiência repleta de
S ensações múltiplas...

N ada mais harmonioso e
A bençoado do que UMA

A RTE que se expressa no
R esplendor de
T raços pálidos,
E vivacidade DE CORES...

"MEDO, POR NÃO TER PERDIDO O MEDO"


M aneira
E stranha
D e lidar com
O s resquícios de recordações,

P ara conseguir
O cultar a
R esponsabilidade, que

N egada foi, por
A catar
O desejo de                                                                                                                                  
T razer Paz,
E nsejando o
R etorno do

P oder consciente de
E scolha... A
R ealidade, no entanto,
D iferente da 
I ntenção, que
D esaparece, aos poucos,
O briga

O entorpecimento do

M ilagre desejado,
E ncarcerando-o
D entro de
O utras derrotas, a serem vencidas...





" ABANDONANDO A ILUSÃO DO MEDO, PARA ACEITAR O AMOR COMO GUIA DO INTERIOR "


A fastando a
B enevolência com
A ânsia de ajudar aos
N aufrágios alheios, e
D iante da
O portunidade,
N ascida do poder de
A menizar todas as
N ovas culpas e os temores 
D istantes, 
O bteremos um

A MOR INCONDICIONAL...

I ntimidando o Medo, que habita
L ugares nunca antes alcançados, de
U m Interior esquecido, surgirão
S ensações diversas que
A cordarão, vindas de
O utros Caminhos,

D istantes e esquecidas, no
O ntem, não parecendo 

M erecer ali estarem, por não terem sido
E xperimentadas com o 
D iscernimento necessário a sua
O stentação... 

P artindo,
A gora, para outras
R ealizações, descobriremos
A capacidade atual de

A ceitar a existência da
C arência de Amor, em um 
E spaço abandonado, pela
I ncoerência, no passado, ao ser
T ratado com indiferença... 
A creditando, então, na
R egeneração, poderemos 

O lhar, mais

A lém, como
M erecedores de um
O bjetivo
R eal que

C onduzirá à
O pção de
M omentos
O utros, para nos

G uiar através de um
U niverso
I nexplorado... Ao 
A ceitarmos essas

D ivagações, que se fazem
O uvir na mensagem que envolve o

I nterior,  percebemos, com
N itidez, que ele precisa ser 
T ratado com muita brandura...
E staremos, assim,
R edescobrindo uma
I ndividualidade que,
O utrora, talvez, não tenha sido
R eceptiva ao Amor desejado ...






"O LUTO LEVA À LUTA"


O ódio, dos que se sentem

L ivres  para ceifarem
U ma Vida, é capaz de
T razer aos nossos
O lhos uma visão  imperativa, 

L evando-nos  a  uma
E moção, tão
V ibrante, que muito mais nos
A proximará dos que sofrem com

A desigualdade, para tentar

L ibertá-los dos
U ltrajes a que são submetidos, em
T odas as Sociedades que
A lienam um Povo através da submissão...

"O HOMEM, UM SER FRAGMENTADO"


O ontem, tão distante do

H oje em que vivemos,
O nde conseguíamos
M anter a 
E sperança por um
M undo melhor, deu lugar a

U ma estranha
M udança, que se aproxima

S orrateiramente, e nos faz
E nfrentar as
R eminiscências  do que

F icou lá para trás, ao ver
R estos de Amor,
A fagos e 
G enerosidade já
M emorizados, sendo
E ntregues ao
N ada... Será que
T eremos a chance de sobreviver, 
A pós perdermos o
D ireito de preservar o encanto dos
O lhos nos Olhos ?...